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sábado, 23 de abril de 2011

Visitando a Coréia do Norte-Segunda Parte

Seguindo a entrevista, o estudante de física Alexandre Rosendo continua contando as peculiaridades culturais, econômicas e políticas da Coréia do Norte. Se você não leu a primeira parte do relato, clique aqui.





Como está a questão do embargo econômico ao país? Vocês sentiram isto na prática?


R: O bloqueio é uma forma de estrangular o sistema democrático-popular estabelecido na parte norte da Coréia. Consiste em realizar o bloqueio total no setor tecnológico e de telecomunicações. Congelou todos os fundos que o país tinha depositado em bancos estrangeiros e pessoas de outros países que visitam a Coréia do Norte não podem sacar dinheiro em moedas estrangeiras. Nos anos 90, quando o país passou por desastres naturais gravíssimos que destruíram boa parte da agricultura (e, também, não tinham como importar os alimentos como forma de suprir a demanda interna, haja visto que havia perdido quase todos os mercados depois da queda da URSS) e foi obrigado a recorrer a organismos internacionais, boa parte da ajuda foi sancionada pelos imperialistas sob o pretexto de que a Coréia estaria levando a cabo um programa nuclear (ironicamente, os norte-americanos até hoje não foram sancionados pelo fato de mais de metade dos gastos mundiais com armamentos vir por parte de seu país).

O bloqueio também afeta diretamente o setor de telecomunicações. Não é possível, por exemplo, realizar ligações internacionais diretamente da Coréia do Norte. Para passar por cima disso, o governo foi obrigado a fazer um acordo com uma empresa tailandesa e, através dela, possibilitar a comunicação com outros países. Todo esse processo, porém, encarece muito as ligações. Quando ligamos para o Brasil e falamos por menos de três minutos com nossos familiares, tivemos que pagar US$30,00 pelas ligações.



Templo Budista


Tecnologia: O norte-coreano medio tem acesso à celular, internet ,computador etc?


R: A Coréia do Norte pôde ter acesso à tecnologia dos celulares 3G pela primeira vez em 2008, através de uma joint-venture com uma empresa egípcia. Em termos proporcionais, é o país do mundo com maior acesso à tecnologia. Porém, em termos brutos, o número de usuários ainda é pequeno. Porém, a tecnologia está se espalhando. De acordo com estatísticas de 2010, o número de usuários na RDP da Coréia inteira era de 302 mil. A tendência é que esse número aumente, como pudemos perceber em nossa viagem vários coreanos nas ruas usando celulares avançados. A internet existe mas, por conta do bloqueio, ainda é muito precária (não existe banda larga para internet, apenas discada). A tecnologia mais comum nesse sentido lá é a Intranet, semelhante à Internet mas restrita ao território norte-coreano. Como forma de evitar espionagens ou ações de elementos subversivos, a Intranet só pode ser acessada em locais públicos, como estabelecimentos que possuam tal tecnologia.




Ruas de Pyongyang

A liberdade de imprensa lá é bastante criticada. As críticas procedem? Lá existe imprensa pluralista como a nossa?


R: É muito complicado falar em “liberdade de expressão” usando termos positivistas, sem definir o que seria “liberdade” ou o que seria “expressão”. A imprensa norte-coreana é controlada pelo governo, em contraste com a imprensa de países capitalistas que está concentrada em conglomerados. Não é possível especular se existiria ou não a possibilidade de se criar um jornal contra o governo ou contra o comunismo, já que não existe nenhuma lei que o proíba. De qualquer forma, a ideologização de toda a sociedade já foi levada a cabo há décadas lá e não encontramos qualquer oposição contra o governo (o que não impede que esta exista, de qualquer forma).




Aula de música em escola


Muita gente costuma falar sobre a pobreza na Coréia do Norte. Existe miséria no país, como costuma sair na mídia ou na sua opinião é uma interpretação equivocada da realidade norte-coreana?


R: É necessário, antes de tudo, destacar que “pobreza” é um conceito relativo. Durante os dez dias que estivemos em Pyongyang, não encontramos um único morador de rua e/ou semelhantes. No campo, encontramos cidades sem sombra dúvidas muito menos desenvolvidas que Pyongyang, mas em nenhuma existia “miséria” nos termos como estamos acostumados a tratar em nosso país. Pode-se até falar em pobreza, mas jamais em miséria. O que vimos no máximo de pobreza foi algumas casas no campo, mal-pintadas e visivelmente degradadas. Todas, porém, tinham plantações de arroz, maiz, batata ou criação de galinhas, por exemplo. Não que essa vida simples seja o norte maior que o socialismo pode alcançar. Porém, para um país que tem boa parte do desenvolvimento de suas forças produtivas freado por conta do bloqueio, é muito impressionante. Sem palavras para descrever.

Como é a indústria da Coréia do Norte? Visitaram alguma fábrica?


Já no início dos anos 70, a Coréia do Norte possuía um dos maiores parques industriais do mundo. Tratava-se de um países socialistas que mais exportavam (a partir de 1965 já possuía uma balança comercial favorável em relação à URSS, a maior economia do antigo bloco soviético) e cumpriam papel de relevo no abastecimento desse mesmo bloco. Logo após a Guerra civil, o Partido do Trabalho da Coréia levou a cabo o Primeiro Plano Trienal 1954-1956 para reconstruir a economia não da forma unilateral como ela se encontrava antes da guerra (quer dizer, uma economia colonial voltava para o abastecimento da metrópole, que possuía ramos muito desenvolvidos em contraste com vários outros atrasados, caracterizando uma economia muito deformada), mas para dar a ela novas bases para a construção de uma nova economia socialista. Kim Il Sung, principal líder da RDPC, sugeriu que fosse levado a cabo o projeto de incrementar o desenvolvimento da indústria leve e rápida tendo como base o incremento, também, da indústria pesada. Rendendo agradecimentos às democracias populares que ajudaram na reconstrução econômica e sendo beneficiada por bilhões de toneladas de recursos minareis fundamentais na industrialização (a Coréia do Norte possui metade das reservas mundiais de carvão), a partir de 1970 a Coréia do Norte já configurava-se como um país industrial-chave em siderurgia, indústria química, indústria de bens de consumo, de materiais de construção, etc. Depois do triste retrocesso pelo qual passou nos anos 90, a indústria já está se recuperando e está recheada de metas para o ano de 2012. Visitamos uma fábrica de alimentos em Pyongyang e pudemos ver uma indústria altamente mecanizada e que atendia às demandas internas (já que, em termos de distribuição, dedicava-se ao abastecimento apenas da capital, Pyongyang). Produzia 2 mil garrafas de refrigerante por dia; 10 mil litros de licor por mês; 2500 picolés por hora; 3 toneladas de balas por dia e 3 toneladas de pão por dia.

Fábrica de suco de maçã

Criadouro e matadouro de patos, no interior do país



Mais edifícios




Fala-se muito da impossibilidade de consumo no país. Pelo o que você viu, o norte-coreano médio pouco consome?

R: Creio que isso demanda uma análise mais radical de como se encontra o estado da economia norte-coreana nos dias de hoje. É difícil falar do consumo do cidadão médio tendo como base de análise a produtividade de uma única fábrica que sequer produz todos os bens necessários para a existência do indivíduo. Porém, levando em conta o salário mínimo norte-coreano (2 mil wons) e os baixos preços dos produtos e dos aluguéis (estes últimos não ultrapassam 1% do salário nominal dos trabalhadores), além da não-existência de qualquer tipo de imposto e de serviços como educação e saúde 100% gratuitos, podemos especular mais ou menos como se encontra o poder de consumo do norte-coreano regular. Aceito sugestões.




Norte-coreanas fazendo compras

Ainda falando sobre cultura, como ela é valorizada no país?

R: A cultura é, de longe, o que o povo coreano mais valoriza. É usada como uma forma de educar os cidadãos e as novas gerações no espírito do socialismo e do comunismo para que se tornem trabalhadores que lutem pelo progresso do país. O coletivismo está presente entre os coreanos mesmo das formas mais simples: É comum ver todos se dedicarem a plantar flores ou decorar a cidade nos dias de descanso, ou limpá-la a qualquer momento. Todos se tratam de forma camaradesca, como uma família. Talvez isso explique a importância que a Idéia Juche dê ao aspecto ideológico na construção socialista.



Pequena biblioteca na casa de um camponês



                                                                 Aula de arte



                                         Cidadãos comuns cuidando da limpeza urbana







Casas de camponeses

Moradias comuns

8 comentários:

Picasso disse...

É interessante como esse indivídeuo descreve lá, mais interessante ainda é como ele vê a situação do país indo contra tudo e todos que já estiveram lá.

Quem já teve oportunidade de ver documentários do SBT, discovery e outros sabe muito bem que o povo passa fome, que não existe uma democracia lá, afinal, se falar mal do governo, do lider, você é preso e provavelmente morto. Então, democracia NÃO EXISTE LÁ e ele usa esse termo para amenizar o que acontece lá.

Provavelmente as fotos que foram tiradas, foram fáceis, bonitas porque ele estava lá e foi anunciado ao povo para sair de casa, ser hospitaleiro com o comunista, ALGUÉM JÁ VIU ISSO ACONTECENDO COM OUTROS GRUPOS DE TURISTAS E REPORTERES? NÃO, NÃO ISSO NÃO ACONTECEU! Tudo isso porque ele é um comunista.

O que o Alexandre tem é fácil de ser diagnósticado, simples assim, ele tem um clássico problema de esquizofrenia, EXPLICO, somente uma pessoa com essa doença cria um mundo paralelo, uma fantasia, onde existe vida boa onde não existe, ONDE EXISTE LIBERDADE AONDE NÃO EXISTE, onde pessoas são alegres onde não são... em resumo ele vive em um mundo delirante que é comum aos esquezofrenicos, nada além disso, comum aos comunistas que criam mundos perfeitos e imaginários para eles.


Picasso

Jerônimo Collares disse...

Um dos artifícios mais eficientes que colaboram para a manutenção da idéia estabelecida é a inversão do ônus da prova.

O sujeito acima, prefere repetir a 'ordem'. Enfim, lamentável. De toda forma, afirmar que um narra fatos segundo sua ideologia e outro - os funcionários do mass média privado monopolista - não, no mínimo, é cinismo.

Ortega disse...

Picasso sequer é capaz de definir liberdade e quer colocar isso num quadro de esquizofrenia. Aliás, dizer que "ele é louco porque é comunista" soa extremamente esquizofrenico. Aliás, é engraçado, Alexandre que foi lá e já tinha um carga de estudos anterior, agora você nunca foi e provavelmente pouco leu e afirma com certeza que o país é isso ou aquilo - quem será que está fantasiando? Digo, ver a realidade in loco é uma coisa, agora você projetar ela em sua mente não é muito mais do que fantasiar.

"Quem já teve oportunidade de ver documentários do SBT, discovery e outros sabe muito bem que o povo passa fome, que não existe uma democracia lá, afinal, se falar mal do governo, do lider, você é preso e provavelmente morto. "

Você tem provas além de documentários mal citados? É realmente deprimente que você acredite "saber muito bem" porque assistiu um documentário, enquanto Alexandre, que além de ter feito uma visita muita mais ampla do que a da Ana Paula Padrão(por exemplo) e ter tido contato com cientistas sociais de lá, já estudou uma vasta obra sobre a história da Coreia do Norte e especialmente a sua economia. Quem já teve a oportunidade de ser racional sabe analisar as coisas objetivamente ao invés de apelar para falácias de ad numerum, analisa o que é exposto pelos documentários citados ao invés de aceita-los de forma inerte como "a verdade"(seja por sua suposta credibilidade de "grande midia" - que aliás implica certos interesses em jogo - quer seja pelo número de pessoas que dizem que algo é verdade).

Bem, é claro que você pensa entender de psquiatria, mas permita-me ensinar algo sobre psicologia. Quando uma pessoa escuta ou lê algo que vai contra as convicções do ego porém este é incapaz de refutar, somente o seu subconsciente reconhece tal como verdade e a pessoa é tomada por uma sensação de desconforto e frustração. "Tudo que você acreditava até aqui é mentira"; a pessoa ao ver suas convicções perderem a base, sua inteligência parecer pequena, a sua própria pessoa(ego) sendo atacada, reage atacando a pessoa do seu interlocutor - sim, apesar do interlocutor não ter dito nada contra o ofendido, para este último a fala do primeiro representa um ataque pessoal por colocar suas convicções em cheque. Logo é perfeitamente normal que o ofendido se use de um ad hominen chamando o interlocutor de esquizofrenico, por exemplo. Ou ainda transforma a questão num confronto de seres; "ele é comunista, logo está errado". Esse tipo de mecanismo é comum em meios religiosos, quando a existência do "outro" constitui uma ofensa - é a raíz do preconceito. Foi este mecanismo que permitiu, por exemplo, a queima de pessoas em nome da religião.

Picasso disse...

Falou, falou e não saiu do lugar, ou seja não disse nada. O fato é que o Alexandre diz que na Coréia do Norte existe uma democracia, por acaso lá TEM ELEIÇÕES DIRETAS? TEM, TEM, TEM? POR ACASO LÁ TEM UM PARTIDO DEMOCRATA? E REPUBLICANO? TEM, TEM, TEM?

E vamos mais longe, por a caso lá existe algum livro fora os comunistas? Existe algum filme americano? Algo além do que é comunista, do partido ou do tirano, digo lider de lá? EXISTE, EXISTE? Posso sair com um short ou bulsa dos estados unidos lá sem problemas com em algum país democrata qualquer, POSSO, POSSO? POSSO TIRAR FOTOS COMO EM QUALQUER PAÍS LÁ? POSSO, POSSO? E FILMAR, POSSO? NÃO, NÃO POSSO! Liberdade não existe, muito menos direitos civil lá! A alimentação chega a 300 gramas por pessoa, menos da metade recomendada POR DIA... ORTEGA, VOCÊ É SÓ MAIS UM SUJEITO DOENTE QUERENDO SER COMUNISTA E BEBENDO UMA BOA E GELADA COCA COLA, vai dormir criança, doente.



Picasso

PCdoB - São José dos Campos disse...

Mas é um jumento mesmo esse pintor. Hahaha, quer coisa mais cômica do que ver esse "self made man", porco desempregado dando chiliques pelo teclado e babando em frente ao monitor? Existe mais cômica do que vê-lo cagar pela boca de tanto nervosismo ao ver que um país socialista consegue desenvolver o padrão de vida de sua população como o país capitalista mais desenvolvido do mundo não conseguiu até hoje?

Seus conceitos são vagos. Seus argumentos são fracos, débeis. Não consegue sequer definir o que seria "democracia" ou "ditadura" esquecendo-se que "democracia" e "ditadura" são conceitos tão opostos como inseparáveis um do outro. O povo norte-coreano exerce sua soberania através das assembléias populares presentes em cada escola, cada fábrica, cada bairro. Desde as assembléias mais regionais até as mais centrais - como a Suprema Assembléia Popular. É óbvio que esse sistema democrático-popular, ao ter nacionalizar as empresas há algumas décadas, ao ter realizado a reforma agrária e entre outras reformas democráticas, também se configura como uma ditadura das massas populares contra as classes reacionárias que a violam.

O Partido do Trabalho da Coréia é o martelo da ditadura do proletariado no país. A Coréia possui vários partidos pequenos, como o Partido Social-Democrata e o Partido Chondoísta-Chongwu (religioso). Mesmo pelo seu conceito positivista e imutável de "democracia", a Coréia do Norte está a frente de todos os países do mundo em termos de democracia.

Ver você babando de desespero é ainda mais engraçado, eheheh. Essas suas perguntas subjetivistas são um barato. "Posso isso?! Posso aquilo?!" Na Coréia existem livros de todos os países, inclusive do Brasil. Não só existem filmes norte-americanos como os coreanos também são grandes fãs de cantores como Frank Sinatra e grupos como o ABBA (esse último era sueco e não norte-americano, por sinal). Você pode sair com a roupa dos EUA sim se quiser, só sugiro que você ande muito próximo a seu guia pra não ter seu rabo gordo linxado por um país que teve uma geração inteira de avós assassinados, estuprados, incinerados etc. pelos soldados norte-americanos na época da Guerra da Coréia. Tudo em nome da democracia e da liberdade.

Pode tirar fotos à vontade. Os coreanos não têm o que esconder. Apresentam-se ao mundo como um país que passa por inegáveis dificuldades por conta de uma série de fatores, mas também que possui um melhores modelos de socialismo que já existiram. Um modelo que foi capaz de levar à vergonha da derrota os dois imperialismos mais assassinos da História (o norte-americano e japonês), que foi capaz de se levantar das ruínas e levar sua industrialização a cabo em menos de 20 anos, sobreviver à crise pela qual passou todo o bloco socialista nos anos 90 e de sobreviver firme e forte defendendo o socialismo à base do bloqueio econômico mais estrangulador por parte do centro imperialista.

Volte quando tiver se informado melhor acerca da situação na Coréia. Quem não pesquisa não tem direito à palavra.

Ortega disse...

Você dizer que eu não disse nada é só mais uma prova que você se recusa a ver aquilo que te ataca, e mais uma vez você apela ao atacar diretamente o interlocutor - mas chega ao ridiculo de falar de "comunista que toma coca cola"(não só não sabe argumentar como não sabe o que é comunismo a partir do ponto que cria uma contradição irredutivel na sentença).


As suas perguntas demonstram claramente que você não leu sequer um clássico da ciência política que sustenta a tal democracia que você defende, do contrário cite um trecho do mais liberal dos filosofos que diga que "democracia é poder tirar fotos da onde quiser". Pensar que democracia se limita a pluripartidarismo também é um erro tipico de senso comum, ainda mais quando o conceito de democracia surgiu num contexto onde não existiam partidos e a polis constituia um monolitico(sendo que a unidade dos cidadãos de uma nação é condição para a democracia é presente mesmo entre os iluministas, principalmente em Rousseau e seu "Contrato Social").

A sua "técnica" é das mais falaciosas, não se trata de argumentar e sim de usar o mecanismo religioso de tomar suas premissas como supremas e impo-las através de perguntas retóricas. Eu poderia fazer: "O OCIDENTE É DEMOCRATICO? EXISTE MECANISMO DE CONTROLE DIRETO? EXISTE ASSEMBLEIA POPULAR? EXISTE CONSELHO DE FÁBRICA? EXISTE PROPRIEDADE SOCIAL? E O QUE ME DIZ DA JUSTIÇA QUE IMPOE SEUS PADRÕES, ISSO NÃO É DITADURA(falácia dentro da falácia)? PORQUE PRECISO TER DINHEIRO PRA TER VOZ(financiar uma campanha, por exemplo)? COM QUE DIREITO PESSOAS MONOPOLIZAM O CAPTAL? HEIN HEIN? E PORQUE EXISTE POLICIA, É PRA OPRIMIR NÃO É? E PORQUE EXISTE LEI, ONDE TÁ A LIBERDADE(invocar a liberdade como "absoluto" é sempre uma falácia)." Enfim, eis seu modus operandi.

Picasso disse...

Agora são dois comunistas gritando, babando e agitando os braços. É FATO QUE: Na Coréia do Norte 3 milhões de pessoas morreram de fome nos anos 90, então, isso é mais do que prova que o sistema não funciona, não é uma maravilha como o comunista esquizofrenico colocou, FATO. As maquinas agricolas que não existem, são substituidas por trabalho manual dos agricultores e do exército.

Também e FATO QUE NÃO EXISTE LIBERDADE DE EXPRESSÃO, NÃO EXISTE DEMOCRACIA, LÁ TEM ELEIÇÕES?! Então é isso o país se tornou um lixo por causa do comunismo, sistema porco E QUE NUNCA FUNCIONOU, ESSA MERDA QUE JÁ MATOU MAIS DE 100 MILHÕES DE PESSOAS.

Fernando disse...

Estou postando quase um ano depois, mas só quero informar que esse Picasso é uma piada.

Desinformado, não leu nada e é metido a saber mais do que o sujeito que esteve lá.

Aí ele não se conforma com a realidade vista pelo Alexandre e sai postando aqui em caixa alta assim como uma criança que quer se impor pelo grito.

E, por fim, antes de criticar os norte coreanos lembre-se que vc mora em um país no qual em muitas cidades vc não tem a liberdade de sair a pé depois de escurecer, pois pode acabar assaltado ou assassinado.