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terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Polícia apura agressão por homofobia no parque Hopi Hari





A Polícia Civil de Vinhedo (79 km de São Paulo) investiga a agressão sofrida por cinco mulheres no Hopi Hari no último domingo (5). As mulheres, que são homossexuais, dizem que a violência, praticada por três homens, foi motivada por homofobia.

A fotógrafa Gabrielle Amato, 26, foi uma das vítimas. Ela diz que estava com a mulher, Carol Amato, 23, e mais três amigas – duas delas, Mayara Mahmad, 26, e Amanda Bezerra, 19, são namoradas.

Segundo Gabrielle, o grupo estava na fila da Montezum, montanha-russa do Hopi Hari, jogando jokenpô para decidir a distribuição delas no carrinho da atração.






"Foi quando um homem que estava atrás da gente, junto com um senhor de idade, chegou perto e perguntou se a gente estava brincando. Na hora eu realmente pensei que ele quisesse fazer o jokenpô, porque estava um clima muito leve, a gente estava se divertindo. Perguntei se ele queria brincar e ele ficou furioso. Aí as agressões começaram", disse Gabrielle.

De acordo com ela, o homem mais velho segurou o cabelo de uma de suas amigas e bateu na nuca dela. O mais novo a empurrou. Eles seriam pai e filho, segundo Gabrielle. A vítima disse ainda que um terceiro homem deu um soco na cara de Mayara, que caiu no chão.

Em uma rede social, Gabrielle publicou fotos dos hematomas nela e nas colegas. "Os hematomas passam. Mas a sensação de insegurança fica, é uma situação horrível. Sou casada há dois anos, nunca imaginei apanhar por ser gay", disse Gabrielle.https://www.otempo.com.br/brasil/policia-apura-agressao-por-homofobia-no-parque-hopi-hari-1.2281794

Comentário:

Espero que os agressores sejam presos e punidos. Não há espaço pra este tipo de coisa na sociedade. Respeito é tudo.