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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

A caixinha de música moderna


Primeiro foram os compactos simples, os duplos e os “long-plays”.
Depois apareceram as fitas cassete que conviveram com as mídias anteriores.
Cheguei a ter mais de 1.500 LPs, todos ordenados por ordem alfabética por banda/artista e ordem cronológica de lançamento.
Em 1985 fui apresentado ao compact disc. Na época um disquinho custava US$ 50 (só tinha importado) e meu primeiro player custou US$ 600, era um Gradiente pretinho (na época que essa marca era excelente).
Comecei a fazer o upgrade de mídia substituindo os LPs pelos cds, pagando preço de ouro cada um que comprava, mas os preços começaram a cair quando saiu o primeiro cd feito no Brasil, um da Xuxa.
Minha coleção cresceu muito nesses 27 anos e a única maneira que encontrei para ter organização e encontrar o que eu queria escutar foi através de uma listagem de Excel com nome do artista/banda, título do disco e uma numeração sequencial. Para diminuir o espaço, tirei os cds das caixinhas, passei cada um para mp3 com bitrate de 320kbps, coloquei cada mídia em um envelope de papel, escaneei os encartes e só mantive as mídias. Quando queria escutar algo eu usava o arquivo em mp3 para preservar as mídias.
No final do ano passado ganhei uma enorme coleção de cds de um amigo e, descongelando uma idéia que tinha mantido adormecida mas que esse amigo já tinha feito, passei tudo para mp3, gravei em 2 hds externos para backup, e dei todos os cds para meus filhos e alguns amigos. É uma corrente do bem, dei a quem gosta de música.
A partir de então, quando compro um cd eu procedo como descrevi acima, guardo por um certo tempo e a corrente continua.
Em tempos de “computação na nuvem” – coisa em que não confio – minha coleção de música foi para uma caixinha de música: meus hds.

domingo, 20 de novembro de 2011

Robin Gibb, dos Bee Gees, está internado com câncer no fígado


O cantor Robin Gibb, 61, que integrou o Bee Gees, luta contra um câncer de fígado.

Gibb, que tinha muitas dores na região abdominal, foi diagnosticado com a doença há vários meses, segundo o tabloide inglês "Mirror", que divulgou a informação neste domingo (20).

Ele cancelou várias apresentações nos últimos meses e, nesta semana, foi levado ao hospital de ambulância. A mãe do cantor Barbara, 91, e o irmão Barry foram dos EUA, onde vivem, para o Reino Unido, onde o cantor mora e está internado.

"Robin não está bem, e há muita preocupação em torno dele. Você pode usar sua fortuna para se tratar com os melhores médicos, mas às vezes não há fama, prestígio e dinheiro que possam mudar as coisas quando se trata de câncer", disse um amigo da família. "Robin é um lutador e está sendo encorajado pelas inúmeras mensagens de apoio que recebe pela internet. Dwina [sua mulher] está fazendo tudo o que é possível e não sai de perto dele."

Outra pessoa próxima diz que há alguma "frustração" porque o cantor "sempre se cuidou". "Ele não bebe, come bem e faz exercícios diariamente."

No início do ano, Gibb havia cancelado shows, entre eles as apresentações que faria em São Paulo e Brasília, por conta de suas dores abdominais.

O grupo Bee Gees anunciou seu fim em 2003, após a morte de Maurice Gibb, mas Robin e Barry Gibb seguem carreiras solo e se apresentam juntos esporadicamente.

sábado, 23 de julho de 2011

Amy Winehouse morre aos 27 anos, diz imprensa britânica

A imprensa britânica noticiou de que cantora Amy Winehouse morreu na tarde deste sábado (23), por volta das 16h (horário local), aos 27 anos. Segundo informações dos jornais "Daily Mirror", The Sun" e "Sky News", a cantora teria sido encontrada morta em sua casa em Camden, na Inglaterra. Há suspeitas de que Winehouse tenha sofrido overdose de drogas.

A notícia ainda não foi confirmada pelos assessores de Winehouse.

No mês passado, a cantora cancelou sua turnê europeia após ser vaiada em Belgrado.


Típica crônica da morte anunciada: essa escolheu como morrer.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

07/07/1990: Morre Cazuza, por complicações decorrentes da AIDS

Em agosto de 1985, Cazuza é internado para ser tratado por uma pneumonia. Ele exigiu fazer um teste de HIV, do qual o resultado foi negativo.

A AIDS (doença da qual provavelmente sofria desde 1985) volta a se manifestar em 1987.

Cazuza é internado com pneumonia, e um novo teste revela que o cantor é portador do vírus HIV.

Em Outubro, Cazuza é internado na Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro, para ser tratado de uma nova pneumonia. Em seguida, ele é levado pelos pais aos Estados Unidos. Lá, Cazuza é submetido a um tratamento a base de AZT durante dois meses no New England Hospital de Boston.

Em fevereiro de 1989, Cazuza declara publicamente que era soropositivo, ajudando assim a criar consciência em relação à doença e aos efeitos dela. Cazuza comparece na cerimônia do Prêmio Sharp de cadeira de rodas, onde recebe os prêmios de melhor canção para "Brasil" e melhor álbum para Ideologia.

Burguesia (1989) foi gravado com o cantor numa cadeira de rodas e com a voz nitidamente enfraquecida.

Em outubro de 1989, depois de quatro meses a base de um tratamento alternativo em São Paulo, Cazuza parte novamente para Boston, onde ficou internado até março de 1990 voltando assim para o Rio de Janeiro.

No dia 7 de julho de 1990, Cazuza morre aos 32 anos por um choque séptico causado pela AIDS. No enterro compareceram mais de mil pessoas, entre parentes, amigos e fãs. O caixão, coberto de flores e lacrado, foi levado à sepultura pelos ex-companheiros do Barão Vermelho. Cazuza foi enterrado no cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro.