Pesquisar este blog
Mostrando postagens com marcador ateus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ateus. Mostrar todas as postagens
sábado, 15 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
domingo, 31 de julho de 2011
Ateus dos EUA apresentam pedido para retirar a cruz do museu do 11/9
Uma associação de ateus americanos apresentou um pedido para impedir que uma cruz formada com os restos de aço das Torres Gêmeas seja exposta no museu do 11 de setembro, que abrirá as portas no próximo ano em Nova York. A Associação de Ateus dos Estados Unidos (The American Atheists) apresentou uma queixa contra o Museu Nacional do 11 de Setembro, o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, o governador de Nova Jersey, Chris Christie, e outras entidades vinculadas a esta instituição.
Os autores da ação questionam a cruz formada por duas vigas de aço convertidas em símbolo de fé para muitos envolvidos na limpeza e reconstrução depois dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2011, que deixaram 3 mil mortos. A cruz foi levada na semana passada ainda incompleta para o museu no Marco Zero, às vésperas do décimo aniversário dos ataques.
Segundo a demanda apresentada ante o tribunal do Estado de Nova York, a presença de uma cruz num museu financiado pelo governo viola a Constituição dos Estados Unidos, já que promove um símbolo do cristianismo sem mencionar outras religiões. Em um comunicado, o presidente do memorial, Joe Daniels, disse que a cruz é importante porque ajuda a contar a história do 11/9.
"Estes restos de aço se converteu num símbolo de consolo espiritual para os milhares de socorristas que trabalharam no Marco Zero, como para pessoas de todo o mundo", explicou.
domingo, 3 de julho de 2011
domingo, 12 de dezembro de 2010
Eu sou ateu, e a ATEA não fala por mim.
Com uma certa preocupação que eu vi hoje a notícia de que uma associação brasileira de ateus, a ATEA, pretende vincular em algumas cidades do país uma campanha publicitária sobre ateismo. A campanha mostra um cartaz com Hitler e Chaplin lado ao lado e Hitler identificado como crente e Chaplin como ateu, e um cartaz com uma imagem do ataque de 11 de setembro nos EUA com a mensagem “Se Deus existe, tudo é permitido.”
Essa campanha é ruim em diversos níveis.
Primeiro, ela não serve de momento de reflexão para ninguém. Ora, se uma pessoa estiver caminhando na rua e vê um outdoor como estes ou o cartaz no fundo de um ônibus, sendo um cristão — como quase 80% dos brasileiros devem ser —, a última coisa que vai passar na cabeça dessa pessoa é “Nossa, realmente, eu acho que posso me permitir pensar pelos próximos dias que Deus não existe para ver onde isso me leva.” Muito mais provável essa pessoa vai ser inundada de uma cólera contra a insinuação de que sua fé é a mesma de Hitler ou dos terroristas, ou que ela seria capaz de atos similares por crer em Deus. Se há algo que se aprende em Debate I na escola é o seguinte: no momento que você compara seu opositor a Hitler, você perdeu automaticamente. Mensagens como estas são exageradas, e foram assim deliberadamente com o intuito de ser inflamatórias.
Além de não fazer a população religiosa refletir sobre religião, a campanha é negativa para ateus como eu. Ela associa a ateismo agressividade — porque a campanha é claramente agressiva contra a religião. Vocês já viram algum anúncio da Coca-Cola que associa a empresa ou a seus concorrentes uma enorme agressividade? A Coca-Cola é uma empresa de sucesso com uma marca muito bem vista no mundo inteiro e deveria ser usada como exemplo de publicidade. Ao invés de mostrar Hitler tomando Pepsi, a Coca-Cola prefere anúncios onde ela mostra um modo de vida desejável a população associado a bebida. Na América do Sul, a empresa mantém uma campanha publicitária recorrente mostrando crianças jogando futebol na rua, alegres, felizes. No Nordeste do Brasil, a empresa tem uma campanha recorrente mostrando jovens diferentes sorridentes na praia dançando. Ao invés de mostrar um cartaz negativo sobre religião, que tal mostrar exemplos positivos do ateísmo? Em primeiro lugar, assim você não assusta de imediato o seu consumidor para ele ter repulsa por você — e com razão, se você chamar ele de Hitler e terrorista. Se alguma coisa essa campanha pode fazer pelos ateus, é criar ainda mais preconceito, desconfiança e raiva contra a falta de crença em Deus.
Eis aqui um exemplo muito melhor de campanha publicitária. Mostrem Humberto Teixeira, o compositor de Asa Branca, e uma roda de forró tradicional do Ceará para ser vinculada no nordeste, como em Salvador. Teixeira era ateu. E a frase, ao invés de dizer “Quem acredita em Deus mata a mãe”, pode ser algo como: “Ateus também fazem arte. Diga não ao preconceito religioso” (algo do tipo, não fiz um brainstorm pô). Mostrem John Lennon em São Paulo com os dizeres “Mesmo sem crer em Deus, ele falava de paz aos homens.” Mostrem Angelina Jolie e Brad Pitt com crianças africanas e falem sobre os milhões que o casal doa para ações sociais e de saúde pública em países pobres pelo bem dos outros, e cite de passagem que eles não acreditam em Deus. Mostrem Chico Buarque compondo uma poesia. Mostrem grandes médicos e biólogos como Crick e Watson e as maravilhas da medicina que salvam vidas e surgiram de suas pesquisas, e associem esse modo de vida de busca pela melhoria de vida humana com pessoas que não tem religião.
Mas por favor, não chamem os religiosos de Hitler.
Fonte
Essa campanha é ruim em diversos níveis.
Primeiro, ela não serve de momento de reflexão para ninguém. Ora, se uma pessoa estiver caminhando na rua e vê um outdoor como estes ou o cartaz no fundo de um ônibus, sendo um cristão — como quase 80% dos brasileiros devem ser —, a última coisa que vai passar na cabeça dessa pessoa é “Nossa, realmente, eu acho que posso me permitir pensar pelos próximos dias que Deus não existe para ver onde isso me leva.” Muito mais provável essa pessoa vai ser inundada de uma cólera contra a insinuação de que sua fé é a mesma de Hitler ou dos terroristas, ou que ela seria capaz de atos similares por crer em Deus. Se há algo que se aprende em Debate I na escola é o seguinte: no momento que você compara seu opositor a Hitler, você perdeu automaticamente. Mensagens como estas são exageradas, e foram assim deliberadamente com o intuito de ser inflamatórias.
Além de não fazer a população religiosa refletir sobre religião, a campanha é negativa para ateus como eu. Ela associa a ateismo agressividade — porque a campanha é claramente agressiva contra a religião. Vocês já viram algum anúncio da Coca-Cola que associa a empresa ou a seus concorrentes uma enorme agressividade? A Coca-Cola é uma empresa de sucesso com uma marca muito bem vista no mundo inteiro e deveria ser usada como exemplo de publicidade. Ao invés de mostrar Hitler tomando Pepsi, a Coca-Cola prefere anúncios onde ela mostra um modo de vida desejável a população associado a bebida. Na América do Sul, a empresa mantém uma campanha publicitária recorrente mostrando crianças jogando futebol na rua, alegres, felizes. No Nordeste do Brasil, a empresa tem uma campanha recorrente mostrando jovens diferentes sorridentes na praia dançando. Ao invés de mostrar um cartaz negativo sobre religião, que tal mostrar exemplos positivos do ateísmo? Em primeiro lugar, assim você não assusta de imediato o seu consumidor para ele ter repulsa por você — e com razão, se você chamar ele de Hitler e terrorista. Se alguma coisa essa campanha pode fazer pelos ateus, é criar ainda mais preconceito, desconfiança e raiva contra a falta de crença em Deus.
Eis aqui um exemplo muito melhor de campanha publicitária. Mostrem Humberto Teixeira, o compositor de Asa Branca, e uma roda de forró tradicional do Ceará para ser vinculada no nordeste, como em Salvador. Teixeira era ateu. E a frase, ao invés de dizer “Quem acredita em Deus mata a mãe”, pode ser algo como: “Ateus também fazem arte. Diga não ao preconceito religioso” (algo do tipo, não fiz um brainstorm pô). Mostrem John Lennon em São Paulo com os dizeres “Mesmo sem crer em Deus, ele falava de paz aos homens.” Mostrem Angelina Jolie e Brad Pitt com crianças africanas e falem sobre os milhões que o casal doa para ações sociais e de saúde pública em países pobres pelo bem dos outros, e cite de passagem que eles não acreditam em Deus. Mostrem Chico Buarque compondo uma poesia. Mostrem grandes médicos e biólogos como Crick e Watson e as maravilhas da medicina que salvam vidas e surgiram de suas pesquisas, e associem esse modo de vida de busca pela melhoria de vida humana com pessoas que não tem religião.
Mas por favor, não chamem os religiosos de Hitler.
Fonte
sábado, 4 de dezembro de 2010
MPF quer que Band se retrate por ofensas de Datena contra ateus
O MPF (Ministério Público Federal) entrou com ação civil pública da Justiça para obrigar a TV Bandeirantes a exibir durante o programa Brasil Urgente uma retratação pelas declarações ofensivas do apresentador José Luiz Datena contra os ateus.
Durante a exibição de uma reportagem, no dia 27 de julho, Datena e o repórter Márcio Campos relacionaram o crime com pessoas que não acreditam em Deus. “...porque o sujeito que é ateu, na minha modesta opinião, não tem limites, é por isso que a gente vê esses crimes aí”.
Além disso, o apresentador atribuiu os males do mundo aos ateus. “É por isso que o mundo está essa porcaria. Guerra, peste, fome e tudo mais, entendeu? São os caras do mal. Se bem que tem ateu que não é do mal, mas, é ..., o sujeito que não respeita os limites de Deus, é porque não sei, não respeita limite nenhum”, disse.
Em todo o tempo em que a matéria ficou no ar, o apresentador associava aos ateus a ideia de que só quem não acreditava em Deus poderia ser capaz de cometer crimes. Datena ainda debochou dos telespectadores que assistiam ao programa: “Quem é ateu pode desligar a televisão, ou mudar de canal pois eu não faço questão nenhuma de que assistam o meu programa”.
O programa ainda realizou uma pesquisa interativa para saber a opinião da audiência sobre a relação entre violência e ateísmo. Diante de um grande de ligações que não concordavam com a tese do apresentador, Datena disse: “Muitos bandidos devem estar votando do outro lado".
Para o Procurador Regional dos Direitos do Cidadão Jefferson Aparecido Dias, autor da ação, ao veicular as declarações preconceituosas contra pessoas que não compartilham o mesmo modo de pensar do apresentador, a emissora descumpriu a finalidade educativa e informativa, com respeito aos valores éticos e sociais da pessoa, prestou um desserviço para a comunicação social, uma vez que encoraja a atuação de grupos radicais de perseguição de minorias, podendo, inclusive, aumentar a intolerância e a violência contra os ateus.
“Evidentemente, houve atitudes extremamente preconceituosas uma vez que as declarações do apresentador e do repórter ofenderam a honra e a imagem das pessoas ateias. O apresentador e o repórter ironizaram, inferiorizaram, imputaram crimes, 'responsabilizaram' os ateus por todas as 'desgraças do mundo'”, afirma o procurador.
O procurador ainda ressalta que todos têm direito a receber informações verídicas, não importando raça, credo ou convicção político-filosófica, tendo em vista que grande parte da sociedade forma suas convicções com base nas informações veiculadas em programas de rádio e televisão.
Pedidos
Na ação, o MPF pede ainda que a emissora apresente um quadro com esclarecimentos à população sobre a diversidade religiosa e da liberdade de consciência e de crença no Brasil, com duração de no mínimo o dobro do tempo usado para exibição das mensagens ofensivas. Segundo o MPF, Datena criticou os ateus durante mais de 50 minutos.
A Procuradoria quer ainda que a União, através da Secretaria de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, seja obrigada a fiscalizar o programa.
Fonte:Uol
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Jornalista da Band desrespeita ateus e revolta telespectadores
José Luiz Datena cometeu uma gafe durante a apresentação do seu “Brasil Urgente” desta terça-feira, 27. Após afirmar ser a favor da “pena de morte” no Brasil, o jornalista da BAND, em mais um de seus “pitis” sensacionalistas, associou os ateus e a descrença em Deus a tudo de ruim que existe.
Em seu tradicional tom voz grosseiro, Datena mandou sua produção colocar uma enquete no ar perguntando aos telespectadores se eles acreditavam ou não em Deus. Ao ver o grande número de pessoas que votaram na opção “não”, o apresentador se irritou.
“Quem não acredita em Deus, não é para assistir o meu programa (…) Ateus se acham o próprio Deus, eles não têm limites”, berrava.
As afirmações preconceituosas do jornalista geraram a ira de milhares de integrantes do microblog Twitter, que passaram a postar a tag “CALA BOCA DATENA”, fazendo uma alusão à campanha “CALA BOCA GALVÃO” – que fez bastante sucesso durante a Copa do Mundo. O assunto tornou-se rapidamente um dos mais comentados da rede social.
“Budistas não acreditam em Deus e o Datena disse quem é ruim também não crê e depois emendou com as críticas aos ateus. Sinceramente, acho que tão errado quanto o Datena é a direção da BAND, que permite que um ser desse tenha tanto espaço na televisão. No mínimo, cabe um processo por intolerância religiosa. Onde está o Ministério da Justiça nessas horas?”, protestava um dos blogueiros.
Uma das explicações para essa apelação totalmente desnecessária de Datena é a baixa audiência do “Brasil Urgente”, que viu seus índices caírem após o encerramento das coberturas dos casos “Goleiro Bruno” e “Mércia Nakashima”. A atração, que vinha registrando picos de 13 pontos no Ibope, viu seus números caírem para 6.
Comentários:
Datena desrespeitou uma categoria inteira de cidadãos. Ele cometeu crimes de injúria, calúnia e difamação contra todos os ateus do Brasil. Não há nenhuma correlação entre honestidade e crença ou descrença.
Datena desrespeitou uma categoria inteira de cidadãos. Ele cometeu crimes de injúria, calúnia e difamação contra todos os ateus do Brasil. Não há nenhuma correlação entre honestidade e crença ou descrença.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
domingo, 17 de janeiro de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)



