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sábado, 26 de março de 2011

Gente que participa da "Hora do planeta" diz que tsunami no Japão foi merecido



Pamela Gresinger

Dread, HAHA, sou apenas realista ;}
ee acho legal mesmo tsunami, que acaba assim com lugares que apenas MERECEM,
Japão é um dos maiores poluidores, aapenas tiveram o que mereceeram
e detalhe; dia 11/03 ÉE MEEU ANINVEEERSARIO XD, ganhei um tsunami de presente poow :]




Se você tem orkut, deixe uma mensagem para esta menina, que não respeita a dor dos que  morreram neste fenômeno geológico, que nada tem a ver com poluição ou meio-ambiente. Por certo para esta tal Pâmela as pessoas que morreram no terremoto no Haiti também mereceram morrer de maneira dolorosa, os que morreram no terremoto do Chile, da Turquia etc.


Segundo Pamela, estas pessoas merecem sofrer:







quinta-feira, 17 de março de 2011

Governador diz que "falta tudo" em centros para desabrigados no Japão


governador da Província de Fukushima, centro da crise nuclear no Japão, criticou a maneira como o governo japonês está lidando com a população obrigada deixar a área ao redor da usina nuclear de Daiichi, onde foram registradas explosões nos últimos dias.

Em comunicado divulgado pela televisão, o governador Yuhei Sato disse que os abrigos para as pessoas que deixaram suas casas não têm refeições quentes, combustível ou suprimentos médicos em quantidades suficientes para atendê-los.

"Nos falta tudo", disse. "A ansiedade e a raiva sentidas pelas pessoas atingiram o ponto de ebulição."

Sato disse que Engenheiros e técnicos correm contra o tempo para evitar uma catástrofe nuclear na usina, que foi severamente danificada pelo terremoto e tsunami que atingiram o país na última sexta-feira.

O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, determinou uma área de evacuação em um raio de até 20 quilômetros da usina. Outras 140 mil pessoas que moram a até 30 quilômetros de Daiichi foram aconselhadas a não deixar suas casas.

Horas antes, o porta-voz do governo japonês Yukio Edano disse que os níveis de radiação ao redor da usina voltaram a cair e novas operações para evitar o vazamento de combustível nuclear nos reatores 3 e 4 da usina estão em andamento.

PERIGO NUCLEAR

A Agência Internacional de Energia Atômica da ONU (AIEA) disse que as autoridades japonesas estão preocupadas com as condições do reservatório de armazenamento de combustível nuclear dos reatores número 3 e 4 de Daiichi.

Uma tentativa de despejar água no reator 3 usando um helicóptero da Força de Autodefesa do Japão (FAJ) foi cancelada nesta quarta-feira, por causa do aumento no nível de radiação sobre a usina.

De terra firme também seria lançada água no reator número 4 e possivelmente no número 3, para evitar o superaquecimento das instalações.

No início da manhã, uma nuvem de fumaça foi vista no reator número 3. Segundo a empresa Tokyo Electric Company, que opera a instalação, a fumaça foi liberada pela evaporação da água do reservatório onde ficam armazenados os bastões de combustível já utilizados, que estariam esquentando rapidamente.

Também nesta quarta-feira, um novo incêndio atingiu o reator número 4 da usina e o aumento nos níveis de radiação do local obrigou os trabalhadores a abandonar temporariamente a instalação.

Uma zona de exclusão aérea foi estabelecida sobre o complexo nuclear.

Em Tóquio, a mais de 200 quilômetros de Fukushima, o nível de radiação sofreu uma pequena elevação --suficiente para amedrontar os moradores, que começam a estocar mantimentos.

O diretor da AIEA, Yukiya Amano --que anunciou que irá visitar o Japão ainda nesta semana--, disse que ainda não se pode dizer que a situação está fora de controle.

A declaração foi em reação à feita pelo comissário de Energia da União Europeia, Günther Oettinger, que disse que aparentemente as autoridades japonesas perderam o controle da situação nuclear.

RESGATE

Equipes de resgate e sobreviventes do terremoto e do tsunami no Japão enfrentam agora neve e temperaturas abaixo de zero, no momento em que suprimentos começam a chegar às áreas mais afetadas.

As principais estradas para a costa nordeste do país foram reabertas e o Exército está usando helicópteros para levar bens de primeira necessidade aos desabrigados, que estão vivendo em casas, escolas e ginásios que ficaram de pé após a tragédia.

Segundo a TV pública NHK, o número oficial de mortos chega a 4,3 mil, mas as expectativas são de que este número suba muito, já que foram encontrados muitos corpos não-identificados em regiões de litoral.

Na cidade de Otsuchi, ainda não se sabe o que aconteceu com metade da população, cerca de oito mil pessoas.

PREOCUPAÇÃO

O Banco do Japão anunciou nesta quarta-feira que injetará mais 13,8 trilhões de ienes (cerca de R$ 285 bilhões) nos mercados financeiros para ajudar na recuperação econômica do país.

Com isso, o governo japonês aumentou para 55,6 trilhões de ienes o total dos fundos de emergência disponibilizado para proteger o sistema bancário da nação após o impacto do terremoto seguido de tsunami da última sexta-feira.

O desastre mergulhou o Japão na "crise mais grave desde a Segunda Guerra Mundial", segundo Naoto Kan.

O imperador do Japão, Akihito, disse que está "profundamente preocupado" com a possibilidade de que piore a crise gerada pelo terremoto e o tsunami da sexta-feira, bem como do acidente nuclear que o abalo gerou.

Em uma rara aparição ao vivo na TV --sua primeira manifestação pública depois do desastre-- o imperador disse que está orando pelos japoneses.

Em tom sombrio, o soberano disse que estava rezando para que todas as vítimas da tragédia sejam salvas.

ESTRANGEIROS

A situação de instabilidade tem levado países a elevar sua recomendação de evitar viagens para grande parte do Japão.

O governo australiano recomendou que todos os seus cidadãos que estiverem em Tóquio ou nas cidades afetadas pensem em deixar os locais. A Turquia aconselhou que ninguém viaje ao Japão.

Já o governo francês pediu à Air France dois aviões para evacuar os seus cidadãos do país a partir da quinta-feira.

A autoridade nuclear francesa diz que a catástrofe no Japão já atingiu o nível seis, em uma escala que vai até sete. O Japão classifica o incidente como nível quatro.


Folha


A demora para os mantimentos chegarem aos desabrigados é incompreensível, ainda mais em um país tão rico. Já vi outros terremotos onde a ajuda chegou mais rapidamente aos necessitados. Não sei se a causa é a lerdeza do governo japonês ou a demora em chegar ajuda internacional. De qualquer forma, está muito estranho.

terça-feira, 15 de março de 2011

Preços de chips disparam como efeito do desastre no Japão


SEUL - Os preços de componentes tecnológicos importantes continuavam avançando nesta terça-feira, enquanto os danos causados pelo devastador terremoto e tsunami japonês da última sexta-feira ameaçavam prejudicar as cadeias mundiais de produção industrial por prazo mais longo do que muitos observadores imaginavam.
Dezenas de empresas japonesas, de fabricantes de componentes a grupos de eletrônica e montadoras de automóveis, estão mantendo suas fábricas fechadas, e os danos à infraestrutura, incluindo estradas, redes de energia, ferrovias e portos, devem demorar meses para que sejam reparados.

A perspectiva de perturbações mundiais nos suprimentos levaram empresas de todo o mundo a uma corrida por fontes alternativas de componentes de alta tecnologia, um setor em que o Japão continua a ser um dos protagonistas dominantes.
O grupo de pesquisa IHS iSuppli afirmou que o terremoto e suas consequências podem resultar em escassez significativa de certos componentes eletrônicos e causar fortes aumentos de preços.

- Embora haja pouca informação de danos efetivos nas linhas de produção de eletrônicos, o impacto sobre os transportes e a infraestrutura resultará em complicações, resultando em escassez e alta de preços - afirmou a iSuppli.

- Entre os componentes afetados foram incluídos chips de memória flash NAND, DRAM, componentes lógicos padronizados, painéis de cristal líquido (LCD) e outros materiais para LCDs - afirmou a empresa.

Os preços de chips de memória flash NAND no mercado à vista continuaram em alta nesta terça-feira, subindo em quase 3% após a alta de 20% na véspera, enquanto os preços dos chips de memória DRAM subiram mais 0,2% depois dos 7% da segunda-feira, de acordo com a DRAMeXchange, que acompanha os negócios nesses mercados.

O Japão responde por um quinto da produção mundial de semicondutores, o que inclui 40% dos chips de memória flash usados em todo tipo de aparelho, de celulares inteligentes a tablets e computadores.

Mesmo que os embarques de componentes sejam afetados pelo terremoto por apenas duas semanas, a escassez e seu impacto sobre os preços devem perdurar até o terceiro trimestre, segundo a iSuppli.

O Globo

Vão aproveitar para aumentarem os preços de TVs, computadores e eletro-eletrônicos no Brasil. Querem apostar?

A consideração dos terremotos nas usinas nucleares






Um forte abalo sísmico atingiu o Nordeste do Japão nesta sexta-feira (11 de março, às 02h46 da madrugada, horário de Brasília), com magnitude 8,9 na escala Richter e epicentro no oceano, a aproximadamente 130 km da cidade litorânea Sendai.

Como conseqüências do evento, 11 das 27 usinas nucleares japonesas na região afetada foram desligadas automaticamente e, até o momento, não há notícias de vazamento radioativo para o meio ambiente.

O terremoto suscita questionamentos sobre os efeitos de um sismo nas proximidades das usinas brasileiras, em Angra dos Reis (RJ). Uma comparação direta entre as situações brasileira e japonesa não é adequada, pois enquanto o Japão está situado em uma região de alta sismicidade - causada pela proximidade da borda de placa tectônica, onde ocorrem cerca de 99% dos grandes terremotos -, o Brasil está em uma região de baixa sismicidade, em centro de placa tectônica.

Confira, abaixo, as respostas para algumas dúvidas mais frequentes:


O projeto estrutural das usinas de Angra leva em consideração a possível ocorrência de um abalo sísmico?
As usinas nucleares de Angra dos Reis foram projetadas para resistir a vários tipos de acidentes. Mesmo estando numa região com probabilidade muito baixa de ocorrência de eventos sísmicos, o projeto das usinas de Angra, entre outros acidentes externos considerados, leva em conta o maior terremoto que poderia ocorrer no sítio. O prédio onde fica o reator nuclear tem barreiras de concreto e de aço dimensionadas para resistir a esses tipos de evento. Diversos sistemas garantem, de forma segura, o desligamento das usinas após qualquer abalo que atinja as especificações consideradas no seu projeto.
O projeto se baseia em normas de segurança internacionais, que consideram uma aceleração horizontal na rocha de 0.10 g (aceleração da gravidade, g=10m/s2). Especialistas da PUC/RJ e do Instituto de Astronomia e Geofísica da USP (IAG/USP) estimaram que a probabilidade de ocorrência de um abalo dessa proporção na Central Nuclear é de uma a cada 50 mil anos.
O maior terremoto registrado na região Sudeste, nas últimas décadas, ocorreu em 22 de abril de 2008, atingiu 5,2 graus na escala Richter e teve seu epicentro no Oceano Atlântico, a 215 km da cidade de São Vicente, no litoral paulista, e a 315 km da Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA). O nível das acelerações registrado na Estação Sismográfica de Angra dos Reis foi de 0,0017 g, (2% do valor de projeto), e inferior ao nível mínimo acima do qual passaria a ser registrado na instrumentação sísmica das próprias usinas (0,01 g).


Existe um monitoramento sísmico nas usinas?

A Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto (CNAAA) possui uma Estação Sismográfica equipada com aparelhos modernos que monitoram, identificam e analisam os eventos sísmicos locais e regionais. Essa Estação opera desde 2002, monitorando continuamente qualquer vibração no sítio das usinas e registrando todos os eventos. Ela permite determinar o epicentro, a magnitude e as demais características de qualquer evento sísmico, além de indicar o nível de aceleração na região da Central Nuclear. Esses registros, aliados aos catálogos sísmicos disponíveis, confirmam a baixa sismicidade da região de Angra.
Além disso, cada usina possui instrumentação sísmica própria e independente para monitoramento dessas acelerações. Caso ocorra um abalo que ultrapasse 10% das acelerações estimadas no projeto, um alarme é disparado na sala de controle onde sua intensidade pode ser identificada imediatamente. Nesse caso, os valores de aceleração são analisados para calcular seu impacto na Usina. Se as acelerações atingirem 50% dos valores de projeto, a Usina deve ser inspecionada para verificar a existência de algum dano.


Qual a possibilidade de um tsunami (maremoto) atingir o litoral brasileiro na região Sudeste?

Um evento desta natureza é provocado na maioria das vezes em decorrência de um abalo sísmico de grande magnitude (superior a 7.0) no mar, em que o foco esteja pouco profundo e em regiões de borda de placas tectônicas que se movem uma em direção à outra, gerando ondas que podem alcançar grande amplitude nas regiões costeiras próximas. Este fenômeno é o que ocorreu em várias ocasiões no Pacífico e no episódio do Japão de 11 de março de 2011.
A região Sudeste do litoral brasileiro está situada na placa tectônica Sul-Americana, que se afasta da placa tectônica Africana. Portanto, no oceano Atlântico Sul, não existem as condições necessárias para gerar os tsunamis (maremotos).

Eletronuclear

segunda-feira, 14 de março de 2011

Matéria do Channel 4 da Inglaterra, sobre o terremoto no Japão

Uma aula de jornalismo para os repetitivos telejornais do Brasil. Mesmo se você não entende inglês, assista e veja o que é uma boa edição de vídeo-reportagem:

domingo, 13 de março de 2011

Qual a utilidade de se rezar pelo Japão?

Papagaios peteiros orando pelo Japão

Um dos "trending topics" (assuntos mais comentados) do Twitter nesta semana é o "#prayforjapan". É a típica situação onde um bando de papagaios irracionais repetem algo sem nem ao menos questionar se isto possui alguma utilidade.

Vejamos:
-Se existe um deus e ele criou a Terra, ele é o responsável pela instabilidade geológica no mundo, assim como é responsável pelas placas tectônicas que vivem se chocando e castigando tanto o povo japonês;
-Ainda se ele existe e não acalma as placas tectônicas, ele é um grande sádico. Tem o poder para acabar com os terremotos e nada faz;
-Levando isto em conta, podemos descartar rapidamente a existência de qualquer deus. Se existisse um deus bondoso, onisciente e sapiente, não colocaria sua criação em um mundo tão suscetível à natureza;


-Alguns cristãos fanáticos dizem que este é um "sinal dos tempos". Terremotos sempre existiram, a diferença é que hoje eles são divulgados rapidamente em escala mundial;

- O que faz os efeitos de terremotos e tsunamis serem minimizados em solo japonês é o OPOSTO das orações inúteis de papagaios no twitter: ciência e tecnologia. Juntar um bando de alienados bucéfalos repetindo que estão "rezando pelo Japão" na internet é um dos sinônimos do pensamento místico e atrasado, que se opõe ao que o nobre país oriental faz: boa ciência;

-Em vez de ficarem repetindo feito retardados que estão rezando pelo Japão, poderiam se mobilizar pelas vítimas de terremotos em países menos afortunados, como o Haiti ou fazer campanhas concretas contra a fome na África, a miséria no Brasil ou tantas outras tragédias humanitárias, que matam milhares de pessoas diariamente e que os nerdzinhos religiosos retardados do twitter nada fazem;

- Fica o desafio: Cada um que falar que está rezando pelo Japão terá a obrigação moral de fazer algo CONCRETO E REALMENTE ÚTIL por vítimas de terremotos de países desafortunados, como o Haiti. Se nada fizerem, como é esperado, provarão que são apenas um rebanho de alienados repetindo uma idéia estúpida e inócua se nem ao menos se questionarem o quanto ela é irracional e inútil.








Quer ajudar as vítimas de verdade?




Doações às vítimas do terremoto no Japão já podem ser feitas no BB
O Banco do Brasil abriu contas correntes para remessa de doações em solidariedade às vítimas do terremoto e do tsunami que atingiram o Japão.

Para residentes no Brasil a conta é a de número 500.500-0, agência 1608-X, com beneficiário BB SOS Japão. O Banco do Brasil Japão, em iniciativa conjunta com a embaixada do Brasil em Tóquio, informa os dados das contas correntes disponíveis para recebimento de doações. Interessados em fazer a doação e que residam no exterior - pessoas fora do Japão, o depósito deve ser feito na agência BB de Tóquio, conta número 100.449-9, que tem como beneficiário o Fundo Comunidade Brasileira (FCB), com a informação do swift BRASJPJT (para remessas do exterior para o Japão).
Para brasileiros residentes no Japão é possível fazer a doação por remessa doméstica (furikomi) por meio do banco Mitsubishi Tokyo UFJ (MUFG), na agência Shin Marunouchi Shiten, na conta do tipo Touza com número 122360-7, em favor de Burajiru Ginkou Tokyo Shiten e remetente do Furikomi 100.449-9, acrescido do nome do remetente sem espaçamento

Medidas de apoio

O Banco do Brasil já havia divulgado na última terça-feira, 15/03, medidas de apoio à população brasileira no Japão. Confira:

· Isenção da cobrança de tarifa de liquidação das remessas enviadas para clientes do BB (pessoas físicas) que estiverem nas províncias atingidas pelos desastres;

· Isenção da cobrança de tarifa de envio de remessas para os clientes do BB no Japão (pessoas físicas), as quais sejam realizadas por meio de agências do BB no Brasil;

· Disponibilidade das agências do BB no Japão para coleta de alimentos e peças de vestuários, em cooperação com organismos não-governamentais,

· Atuação conjunta com a Embaixada e consulados do Brasil, bem como com entidades não governamentais, para viabilizar auxílio médico, psicológico e outros necessários às famílias brasileiras.

SITE DO BANCO DO BRASIL

Apresentação de telejornal no Japão

sábado, 12 de março de 2011

Forte explosão em usina nuclear de Fukushima deixa 4 feridos




Uma forte explosão deixou quatro feridos neste sábado na usina nuclear de Fukushima, onde o nível de radiação aumentara de forma alarmante após o devastador terremoto que sacudiu o Japão na sexta-feira.

Segundo a imprensa japonesa, que cita a empresa elétrica Tokyo Electric Power (TEPCO) e a Agência de Segurança Nuclear do Japão, a explosão aconteceu às 15h36 da hora local (3h36 de Brasília), aparentemente quando uma equipe tentava esfriar um reator nuclear da usina número 1.

A rede de televisão NHK assegura que o teto e as paredes do edifício que abrigava o reator desabaram.

O terremoto que atingiu a região ontem havia danificado o sistema de refrigeração da central, que paralisou suas atividades, sem que isso impedisse o aumento da pressão no reator nuclear.

Os quatro feridos foram transferidos para um hospital da região, segundo fontes da TEPCO, a companhia que opera a usina, que ainda não divulgou informações sobre o estado da central.

O incidente ocorreu pouco depois de os responsáveis da usina nuclear terem anunciado que haviam conseguido reduzir a pressão no reator.

O governo ordenara neste sábado a evacuação de cerca de 45 mil habitantes em um raio de 10 quilômetros ao redor das instalações nucleares, enquanto já havia evacuado na sexta-feira três mil pessoas em um raio de três quilômetros.

Inaugurada em 1961, a usina número 1 da Tokyo Electric Power em Fukushima, com o nome de Daiichi, fica 270 quilômetros ao nordeste de Tóquio e contava com permissão para continuar ativa até 2021.

O terremoto de sexta-feira, de 8,9 graus na escala Richter, fez com que fossem paralisadas as 11 usinas nucleares situadas nas zonas mais afetadas, como estabelecem as normas japonesas diante de casos como este.

Folha

O Japão parece ter mesmo um problema sério com energia nuclear..