Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador crimes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador crimes. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Americano atira na namorada após discussão sobre série "The Walking Dead"



Discussões acaloradas sobre futebol e religião já terminaram mal, mas uma briga séria envolvendo uma série de TV sobre zumbis é novidade. De acordo com a polícia do condado de Nassau, em Nova York, um morador de Long Island atirou na namorada com um rifle após um debate sobre o programa "The Walking Dead".

A série, um dos maiores sucessos da TV no momento, é baseada nos quadrinhos criados por Robert Kirkman e conta a história de um grupo de humanos que tenta sobreviver a uma praga que transformou a maior parte da população do planeta em zumbis.

Na noite de domingo (2), Jared Gurman, 26, estava na casa da namorada (a polícia não revelou a identidade dela) assistindo à "The Walking Dead" e, segundo às autoridades, começou a falar que "um acidente militar poderia acontecer de verdade e liberar um vírus semelhante ao da série."

A namorada desdenhou da teoria e a discussão esquentou ao ponto da mulher levar Gurman para a casa dele. Mas o homem continuou a discussão via mensagens de texto pelo celular. Preocupada com o estado dele, a namorada voltou onde o deixou às 2h30 da manhã.

Gurman recebeu a namorada de quase quatro anos com um rifle de calibre 22 nas mãos. Ela pediu para ele se acalmar e o chamou para subir para o quarto, onde poderiam conversar. Assim que ela se virou, o homem atirou em suas costas, perfurando o pulmão e estraçalhando uma costela da mulher.

O próprio atirador levou a namorada para o hospital. No local, disse às autoridades que foi um disparo acidental. Mas logo depois confessou ter atirado propositalmente. Segundo a rede de TV NBC, Gurman foi preso e a namorada está no hospital e seu estado de saúde requer cuidados.




Folha de SP




Depois tem gente que é a favor da posse de armas para qualquer um.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Cédula marcada em roubo a caixa será recolhida sem ressarcimento

O Banco Central não irá mais ressarcir o cidadão que receber uma cédula danificada por dispositivos antifurto. Essas notas deixam de ter validade a partir desta quarta-feira.


"A recomendação é que a população não receba a cédula suspeita de estar danificada por dispositivo antifurto. Essa cédula perderá a validade", disse o diretor de Administração do BC, Altamir Lopes.

O objetivo da medida, segundo o BC, é contribuir para a redução dos casos de furtos e roubos a caixas eletrônicos, ao dificultar a circulação de notas roubadas ou furtadas.
As notas danificadas por dispositivos antifurto apresentam "marca densa e de cor rósea". Essa mancha pode cobrir um pedaço grande da cédula ou apenas a lateral.

Quem receber uma cédula dessas deve levá-la ao banco para que a nota seja encaminhada ao BC para investigação. O dinheiro só será trocado se o BC verificar que a mancha não é proveniente de dispositivo antifurto. Caso contrário, não haverá ressarcimento.

No caso de saque em terminal eletrônico, a pessoa que se deparar com uma cédula marcada deve retirar um extrato imediatamente para comprovar o saque e se dirigir ao banco para fazer a reclamação.

Se a questão não for resolvida, ou se o saque for feito fora do expediente bancário, o cidadão deve registrar um boletim de ocorrência e apresentar os documentos à instituição financeira assim que possível para receber uma nota válida, segundo o BC.

A norma do BC só prevê ressarcimento para os bancos. Quando o dinheiro for marcado por acidente ou em caso de roubo frustrado, em que o dinheiro foi deixado próximo ao caixa, por exemplo, o BC vai ressarcir o banco, descontando o custo de produção e análise. Esse valor ainda será fixado.

Segundo Altamir, esse mecanismo de proteção é utilizado em vários países, como Inglaterra, EUA e Chile.

Ao entregar a nota para investigação, o cidadão deve apresentar ao banco CPF, documento de identidade com foto e endereço.



ROUBOS
Há uma onda de ataques com explosivos a caixas eletrônicos em São Paulo. Houve 77 ataques em 2011, feitos segundo a polícia por quatro gangues. Dos cerca de 100 bandidos que as integram, afirma a investigação, 26 são policiais militares.

Ontem, a polícia prendeu sete suspeitos de integrar a quadrilha -- entre eles, quatro PMs e um ex-PM. Segundo a polícia, os dois chefes do grupo foram presos: o soldado João Paulo Vitorino de Oliveira e André Luiz Gejuiba Leite, o Andrezinho.

Exemplos de cédulas marcadas em roubo a caixas eletrônicos, que serão recolhidas pelo Banco Central




Medida importante para combater este tipo de crime mas o que será de nós se recebermos uma cédula manchada retirada do caixa eletrônico durante um feriado ou final de semana? Muitos deles sequer tem mais telefones para falarmos com o banco!

segunda-feira, 1 de março de 2010

Los Angeles se torna a nova Amsterdã para usuários de maconha




Folha de São Paulo - FERNANDA EZABELLA
ENVIADA ESPECIAL A LOS ANGELES
Terminou na "Caverna do Batman" a breve jornada de um publicitário australiano em busca de maconha legalizada em Los Angeles. E ele ainda nem estava chapado. Uma lei aprovada em 2003 ampliou o acesso à maconha para fins medicinais na Califórnia, liberado em 1996, mas gerou uma proliferação descontrolada de estabelecimentos de venda da droga, que hoje o Estado luta com dificuldade para diminuir. Los Angeles possui mais lojas de maconha, com ervas de vários tipos e brownies especiais, do que cafeterias Starbucks. É quase como uma Amsterdã, onde cafés autorizados vendem a droga livremente. Na Califórnia, no entanto, é necessário comprovar residência no Estado e ter uma carteirinha de paciente liberado para consumir "marijuana médica".
É imensa a lista de doenças para as quais a maconha promete aliviar a dor: glaucoma, câncer, anorexia, ansiedade, insônia, enxaqueca etc., todas catalogadas nas incontáveis propagandas de estabelecimentos em revistas e jornais locais. A turística avenida Melrose lembra a capital holandesa. Entre lojas de roupas descoladas, estão lojas de maconha, às vezes três num quarteirão. Foi passando por ali que o publicitário resolveu tirar sua carteira. A Folha acompanhou o processo. Para cada loja de maconha, há sempre um consultório médico especializado por perto. No Happy Medical Center, havia uma recepção protegida por vidro e uma médica de jaleco com perguntas pouco afiadas. "De zero a dez, quanto é sua dor?", ela perguntou para o publicitário, atendido depois de dez minutos na sala de espera, sem hora marcada e após preencher um formulário de oito páginas. A médica chega a atender cem pacientes por dia. "Claro, tem gente que vem só para conseguir a droga por recreação." Quarenta e cinco dólares depois, e a carteirinha ficou pronta. O próximo passo foi também curto. No mesmo shopping, numa sobreloja, estava a "Caverna do Batman". Após cadastro, um vendedor nos levou para a tal "caverna". "O que vão querer para hoje?", perguntou, atrás de um balcão de madeira, repleto de apetrechos coloridos para fumar a erva. "É a primeira vez? Então, por favor, experimentem nossa especialidade", disse, passando uma espécie de narguilé transparente. Apesar da insistência, a reportagem da Folha recusou.


Comentários:

Los Angeles, em um país de primeiro mundo, com polícia ultra-eficiente e viciados em maconha conseguem atestados para poderem comprar a droga.
Isso demonstra que até o uso medicinal da cannabis deve ser visto com cautela.
Imaginem se isso fosse no Brasil?
Estaríamos agregando mais um problema ao combate às drogas. Se lá existe um cuidado extremo dos governos para permitir a maconha medicinal e ocorre esta farra, no Brasil obviamente seria bem pior.