A imprensa no Brasil, desprezando suas obrigações com a sociedade, adoram divulgar onde estarão os radares de trânsito, todas as semanas. Então o sujeito que adora correr presta atenção e reduz onde estão os radares, correndo como sempre faz nos outros trechos das ruas. Deveria ter uma lei proibindo a divulgação da localização dos radares de trânsito. A função dos mesmos é justamente pegar de surpresa os assassinos em potencial que gostam de desrespeitar os limites de velocidade, e que devem mesmo ser multados e perderem a carteira de habilitação, se for o caso.
Divulgar os radares é pedir para acontecerem mais acidentes de trânsito, porque quem corre e tem tudo para causar um acidente vai deixar de correr em alguns trechos e desrespeitar os limites em outros, facilitando a ocorrência de batidas e atropelamentos.
Qual a outra função de divulgar este tipo de coisa, senão incentivar a impunidade dos motoristas irresponsáveis?
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segunda-feira, 11 de março de 2013
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Denúncia: Quando vão parar de estacionar o carro na calçada?

Quando as pessoas vão deixar de ser folgadas e descobrirem que a calçada não é delas? Por que essa gente se acha no direito de estacionar o carro na calçada, atrapalhando a passagem dos pedestres? E se vier um cadeirante ou alguém de muletas ou bengala? Azar e tem que passar pelo meio da rua?
Na hora que precisa, não aparece nenhum marronzinho pra multar um "motorista" destes.
Código de trânsito:
Art.181. Estacionar o veículo: (...)
IV - em desacordo com as posições estabelecidas neste Código: Infração - média; Penalidade - multa; Medida administrativa - remoção do veículo; (...)
VIII - no PASSEIO ou sobre faixa destinada a pedestre, sobre ciclovia ou ciclofaixa, bem como nas ilhas, refúgios, ao lado ou sobre canteiros centrais, divisores de pista de rolamento, marcas de canalização, gramados ou jardim público: Infração - grave; Penalidade - multa; Medida administrativa - remoção do veículo.
Nota-se que pelo CTB, estacionar em local proibido é uma infração média, onde o motorista recebe quatro pontos na carteira, multa R$ 85,13 (oitenta e cinco reais e treze centavos) e remoção do veículo. No caso de estacionar em cima da calçada, além do veículo ser removido, de acordo com a medida administrativa, a infração gera o pagamento da multa de R$127,39 (cento e vinte e sete reais e trinta e nove centavos) e a perda de 5 (cinco) pontos na carteira de habilitação.
O veículo estacionado na calçada pela falta de consciência do motorista, representa uma afronta à segurança do pedestre, que perde a calçada para caminhar e fica vulnerável com a entrada e saída dos carros parados no recuo.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Email que alerta sobre radares escondidos é falso
Imagem mostra em detalhe o equipamento que estaria camuflado na estrutura do guard-rail. Será que o motorista notaria?
Vira e mexe, circulam pela internet e-mails com fotos como as que você vê nesta página. As mensagens eletrônicas alertam para a existência de radares fotográficos acoplados aos guard-rails ou escondidos dentro de construções que margeiam as vias. A informação vem tão “completa”, que traz 20 endereços de locais onde os detectores de excesso de velocidade ficariam, digamos, disfarçados.
Intrigada com a recorrência desse tipo de e-mail, Autoesporte decidiu sair pelas ruas no melhor estilo “caça pardais”. A primeira medida, claro, foi visitar alguns dos supostos endereços em que estariam os equipamentos. Nada. A viga de um muro de cimento nas proximidades do prédio da editora Globo não guardava nenhuma surpresa, até porque um radar bem visível foi instalado pouco mais para frente.
O radar estaria no pequeno poste e um guarda de trânsito, dentro do furgão, observaria o movimento na via. Foto tem sido enviada por email na internet
Feita a pesquisa de campo, era hora do tira-teima com os órgãos de trânsito. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) de São Paulo foram taxativos ao afirmar que isso não existe, que as vias com radares têm de ser evidamente sinalizadas e que os aparelhos não podem ficar escondidos. O radar móvel até fica atrás do guard-rail como forma de proteção contra vandalismo, de acordo com o DER.
No Brasil, a legislação exige sinalização advertindo para a existência de fiscalização eletrônica
O fato é que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou resolução que obriga a sinalização, por placas, da velocidade permitida naquele local e da existência de fiscalização através de radares. A regra ainda estabelece a que distância essa indicação deve estar do equipamento (leia na tabela). Alguns órgãos de controle de tráfego chegam a informar em seus sites os pontos em que os radares estão localizados (caso do próprio DER-SP, por exemplo).
Mas, então, de onde surgiram as imagens que vemos? De acordo com Dhelyo Pereira Rodrigues, presidente da fabricante de radares CSP Controle de Automação, as fotos são de equipamentos instalados na Europa. “Eles já foram usados em países como Alemanha e Suíça. Há lugares que chegam a esconder os radares dentro de cones”, diz Rodrigues. O executivo conta ainda que em outros países, como Portugal, os aparelhos chegam a ficar camuflados em carros. “Se uma BMW azul estiver parada em uma rodovia portuguesa, pode ter certeza de que é um radar”, afirma. No Brasil, até há viaturas com radar, mas elas também têm de ser devidamente identificadas.
Fonte
Comentário do Aurelio:
Fico surpreso em notar como as pessoas repassam qualquer coisa imbecil e falsa nas redes sociais, sem nem ao menos pesquisarem se é algo verídico ou mais um boato da internet. A falta de ceticismo é uma doença grave nos dias de hoje, nos quais os internautas repassam feito idiotas qualquer coisa estúpida sem nenhuma razoabilidade.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Cadeirante se arrisca no meio do trânsito no Centro de Jacareí
Por volta do meio-dia desta terça (16), a equipe do Nossa Jacareí flagrou um cadeirante trafegando na faixa de ônibus, na Rua Rui Barbosa, no Centro. Com uma cadeira de rodas motorizada, ele passava em meio a ônibus e carros, colocando sua vida em risco.
A assessoria de comunicação da prefeitura afirmou que este se trata de um caso isolado e se um agente de trânsito flagrar esta situação, orientará o cadeirante para que ele passe pela calçada, tanto para sua segurança quanto para a dos motoristas.
Matéria publicada no Nossa Jacareí.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Diretor do Denatran sugere restringir circulação de motos para reduzir acidentes
O diretor do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), Orlando Moreira, sugeriu restringir a circulação de motocicletas como forma de diminuir o número de acidentes e negou que haja problemas de hierarquia na gestão do trânsito no Brasil.
Segundo a OMS, 20% das mortes no trânsito no país vitimam condutores ou passageiros de motocicletas, o dobro do registrado entre condutores ou passageiros de veículos com quatro rodas. O percentual de motociclistas entre as vítimas no Brasil é oito pontos maior do que a proporção média mundial, de 12%.
Para Moreira, os índices deveriam estimular restrições à circulação de motocicletas em vias rápidas, como as já aplicadas em certos pontos de São Paulo.
O diretor defendeu também a modificação do código de trânsito brasileiro, para que motocicletas sejam impedidas de se deslocar entre os carros.
Aprovado em 1998, o código continha um artigo que proibia a circulação de motocicletas entre as faixas de rolamento dos demais veículos, mas o item foi vetado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. Agora, afirma Moreira, estuda-se a reincorporação do artigo.
Segundo o ministério da Saúde, os gastos com acidentes de moto dobraram entre 2007 e 2010, ano em que houve 150 mil internações relacionadas à ocorrência. Os dados fizeram com que o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, dissesse no início do mês que o Brasil vive uma "epidemia de acidentes de motocicleta."
Hierarquia
Em resposta às críticas de analistas ouvidos pela BBC Brasil, que citam a "fragilidade institucional" dos órgãos que gerem o trânsito no país entre as causas para o alto número de mortes, Moreira diz que o Contran (Conselho Nacional de Trânsito), responsável por coordenar o Sistema Nacional de Trânsito, é integrado por vários ministros.
"O trânsito não é tarefa para um único ministério", diz.
Ainda assim, afirma que a transformação do Denatran numa autarquia, prevista em projeto que tramita no Congresso, seria bem-vinda, pois garantiria ao órgão autonomia financeira.
Embora considere os atuais índices brasileiros de mortalidade no tráfego "inadmissíveis e preocupantes", Moreira diz confiar num programa recém-lançado pelo órgão para melhorar as estatísticas.
O Pacto Nacional pela Redução de Acidentes no Trânsito, afirma ele, se assentará nos cinco pilares seguintes, em ordem de importância: fiscalização, educação, saúde, infraestrutura viária e segurança veicular.
Segundo o diretor, a ênfase em fiscalização e educação se justifica porque 80% dos acidentes no Brasil são causados por falhas humanas, como excesso de velocidade, imprudência e a recusa a usar capacete e cinto de segurança.
Sempre fui um crítico veemente desse veto do Sr. FHC: lugar de moto é na faixa de rolamento e não entre os carros!
Vou mais longe: os radares fixos, também chamados de "pardais" deveriam ser modificados para multar as motos que sempre passam por eles e não tem suas velocidades detectadas pelo sistema atualmente empregado por esse tipo de equipamento.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Ausência de teste do bafômetro não impede Justiça de punir motorista alcoolizado
A posição da PRG consta de parecer encaminhado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que está analisando o caso de um motorista de Brasília flagrado bêbado ao volante. O julgamento do processo deve determinar como a Justiça examinará controvérsias semelhantes sobre o uso do bafômetro em todo o país.
O motorista brasiliense se envolveu em um acidente de carro em abril de 2008. No local não havia o aparelho do bafômetro e, por isso, ele foi encaminhado ao IML para fazer exame clínico – avaliação de sinais de euforia, alteração da coordenação motora, percepção de fala arrastada e alteração da memória. O exame atestou o estado de embriaguez.
Inconformado, o motorista entrou com uma ação na Justiça pedindo o trancamento da ação penal. Sua defesa alegou que a Lei Seca, editada meses depois, determinava que ele só poderia ser considerado alcoolizado se tivesse seis decigramas de álcool por litro de sangue e que isso não ficou provado. O pedido foi aceito pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios e a ação foi trancada. Diante disso, o Ministério Público recorreu ao STJ.
O caso é exemplo da controvérsia que se instalou no país desde a edição da Lei Seca. Isso porque o motorista não é obrigado a produzir provas contra si por meio de exame do bafômetro ou de sangue, mas o Estado não pode deixar de punir os infratores. A PGR defende a segunda tese, alegando que o bafômetro e o exame de sangue não devem ser as únicas provas levadas em consideração para atestar a embriaguez.
De acordo com o subprocurador-geral da República Carlos Vasconcelos, a interpretação feita por alguns juristas de que só há crime se ficar comprovado que há seis decigramas de álcool por litro de sangue “é literalmente um escárnio em relação ao dever do Estado de proteger os cidadãos e disciplinar o trânsito”. Ele acredita que os motoristas embriagados usam essa tese para se recusar a fazer o teste do bafômetro e obter êxito no trancamento de ações penais.
Agência Brasil
domingo, 20 de fevereiro de 2011
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Divulgação de onde estão os radares de trânsito? Sou contra!
Existe uma piada, que conta o seguinte: A polícia secreta portuguesa tem uma sede muito conhecida, com várias placas que avisam onde ela está e um letreiro gigante, onde pode-se ler com letras garrafais: "'Polícia secreta portuguesa". Este é o espírito da divulgação da localização dos radares de trânsito.
Sou contra a divulgação de onde estão os radares. A lógica do radar, qual é? Monitorar a velocidade dos motoristas, para eles nunca se excederem. Daí o motorista sabe onde está o radar, vai devagar onde ele está e depois volta à correr feito um irresponsável. Se não quer ser pego em qualquer radar, basta andar dentro do limite de velocidade.
Não é necessária a criação de uma situação artificial, onde o cara leu na internet ou no jornal onde estão os radares, deu uma de "lei de Gerson", foi devagar onde eles estão e depois volta à correr, botando em risco a vida dos pedestres, dos outros motoristas e da sua própria.
O radar serve justamente para evitar o excesso.
Divulgar onde estão os radares é como falar ao ladrão onde a polícia vai dar batida ou avisar aos traficantes quando o Exército vai subir o morro.
Se você eventualmente é multado de maneira equivocada ou quer justificar a alta velocidade, reclame na Jari (Junta Administrativa de Recursos de Infrações) da sua cidade, como se você estava correndo para salvar uma vida. Mas se você tem o hábito de correr mais do que o permitido, não tente enganar sua própria consciência e dar uma de espertinho, indo devagar onde estão os radares e correndo onde eles não estão depois.
Andando sempre na velocidade correta, você não precisa se "preparar" para passar pelos radares e nem precisa ficar paranóico, se recordando onde estão os radares ao longo da semana, já que dentro de uma lógica muito bizarra e burra, que provavelmente só existe cá na Terra de Santa Cruz, a localização dos radares é divulgada amplamente.
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