A SanDisk anunciou um novo modelo de cartão SD com capacidade para até 512 GB de armazenamento. O acessório, com o nome SanDisk Extreme PRO SDXC UHS-I, é o modelo com maior capacidade já lançado, segundo a empresa. O cartão foi desenhado para ser usado com câmeras de vídeo com capacidade de gravar em 4K ou Full HD, e também por fotógrafos fazendo fotos consecutivas.
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sábado, 13 de setembro de 2014
sábado, 9 de agosto de 2014
domingo, 9 de fevereiro de 2014
Pininfarina Cambiano, a caneta que nunca acaba
A empresa italiana Pininfarina revelou recentemente sua 4.EVER Pininfarina Cambiano, uma caneta com “tinta” infinita, ou seja, que não precisa de refil e nunca se esgota. A novidade foi anunciada durante a Paperworld, uma feira de materiais de papelaria que aconteceu em Frankfurt entre os dias 24 e 28 de janeiro deste ano.
Na região na qual você normalmente encontraria a ponta esferográfica do objeto, a Cambiano contém o que a fabricante chama de material ethergráfico. O misterioso elemento é constituído de uma liga metálica especial que deixa um rastro no papel similar ao de um lápis de grafite, mas que não pode ser apagado com uma borracha. Além disso, o instrumento jamais precisará ser apontado e é supostamente capaz de funcionar para sempre.
A caneta será vendida como parte de um conjunto que também inclui um caderno com papel-pedra, um tipo de folha feita a partir de pó de rochas e que é mais forte e resistente à água que o tradicional feito de celulose – além de ser um material com pouco impacto ambiental. O acessório traz ainda em suas páginas os rascunhos originais do carro-conceito Cambiano, que inspirou o design do utensílio de escrita infinita.
Investimento de longo prazo
Ainda não sabemos exatamente quanto vai custar cada um dos kits com a 4.EVER Pininfarina Cambiano e o caderno com papel-pedra. No entanto, a empresa fabricante é famosa por suas adaptações que transformam Ferraris e outros carros exóticos em obras de arte ainda mais impressionantes, portanto podemos esperar preços altos. O lado bom: como ela nunca acaba, bastaria um ou dois séculos de uso para que a caneta acabasse pagando a si mesma.
Tecmundo
sábado, 4 de janeiro de 2014
Lente de contato de realidade aumentada será demonstrada na CES
A CES (uma das maiores feiras de tecnologia do mundo) começa na semana que vem e, como já é de costume, promete contar com que há de mais incrível no mercado de tecnologia. Um dos produtos que promete ser um dos destaques da feira tem o potencial de deixar o Google Glass no chinelo: lentes de contato de realidade aumentada, da empresa americana Innovega.
A empresa mostrará no evento a iOptik, que são uma reimaginação da experiência de dispositivos de vestir na cabeça, como o Glass, com a capacidade de trazer uam experiência mais imersiva do que o concorrente do Google.
Infelizmente, as lentes não funcionam sozinhas e não geram imagens por conta própria. Elas também necessitam dos óculos da Innovega, que se assemelha muito mais a um par de óculos tradicional do que o Glass. Eles produzem as luzes que são capturadas pela lente para produzir a imagem.
Segundo a CNET, a utilização dos óculos em companhia das lentes permite que o usuário foque em objetos próximos e distantes, o que é problemático quando imagens panorâmicas são colocadas a poucos centímetros dos olhos. Com o conjunto, seria possível projetar a mídia com sobreposição, solucionando o problema.
O protótipo será mostrado na CES, mas o lançamento não deve acontecer tão cedo, já que as lentes da empresa ainda não estão aprovados para vendas. O CEO Stephen Willey, no entanto, não acredita que isso deva ser um grande problema, já que lentes de contato já foram aprovadas muitas vezes, com designs diferentes, revela ele à CNET.
Olhar Digital
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
O futuro das telas de toque, segundo a Samsung
Estas concepções artísticas dos futuros dispositivos de toque me parecem bem plausíveis:
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Impressora 3D transforma pesquisa de crianças cegas em objetos
Excelente invenção criada pelo Yahoo! do Japão.
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Tecnologia faz eletrônicos funcionarem sem bateria
Um novo sistema de comunicação sem fio faz com que dispositivos eletrônicos funcionem sem depender de baterias. A tecnologia foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Washington, nos EUA.
A técnica, batizada de “ambient backscatter”, faz com que os aparelhos captem sinais de televisão e rádio – que nos rodeiam o tempo todo – e converta-os em energia elétrica. A novidade funciona sozinha, dispensando qualquer tipo de intervenção.
A inovação promete dar um passo rumo à concretização da “internet das coisas” e ainda pode se tornar essencial para o sucesso das chamadas “tecnologias vestíveis”, como relógios inteligentes.
A pesquisa foi divulgada em conferência em Hong Kong. Os desenvolvedores afirmam que já testaram a tecnologia com protótipos do tamanho de um cartão de crédito e obtiveram relativo sucesso.
Nos testes, os dispositivos foram posicionados a aproximadamente 10 km de torres de TV e conseguiram comunicar-se entre si sem baterias. As informações eram enviada a uma velocidade de 1 kilobit por segundo – suficiente para realizar pequenas tarefas, como envio d mensagens e emails.
Olhar Digital
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Tecnologia promete trazer a cura da cegueira até 2014
O Monash Vision, projeto da australiana Monash University, promete trazer a cura para a cegueira. A tecnologia consiste em implante no cérebro que, associado a uma câmera, promete projetar imagens no córtex da pessoa.
A câmera captura e envia os dados a um processador digital implantado próximo ao crânio. O chip estimula o córtex visual via eletrodos e ajuda o cérebro interpretar as imagens.
“É o sistema mais avançado já criado para auxiliar pessoas a reconhecerem diferentes objetos e cores”, disse Arthur Lowery, diretor do projeto, ao Guardian australiano. “Isso significa que pessoas podem ir a um encontro e saber quem está lá e quantos estão lá. Elas poderão sair de casa tranquilamente, pois saberão onde há árvores, por exemplo”, continua.
A visão não será completa, ela deve funcionar mais como um radar, mostrando apenas algumas centenas de pixels. “Se você tem um pouco de visão, talvez não seja muito útil para você”, explica Loweri. A inovação é voltada a pessoas completamente cegas – mesmo as que não têm globo ocular.
Os pesquisadores responsáveis pretendem lançar protótipo até a primeira metade de 2014. Se tiver sucesso, a tecnologia deverá se popularizar ao longo da próxima década. O projeto recebeu US$ 8 milhões do governo australiano.
A câmera captura e envia os dados a um processador digital implantado próximo ao crânio. O chip estimula o córtex visual via eletrodos e ajuda o cérebro interpretar as imagens.
“É o sistema mais avançado já criado para auxiliar pessoas a reconhecerem diferentes objetos e cores”, disse Arthur Lowery, diretor do projeto, ao Guardian australiano. “Isso significa que pessoas podem ir a um encontro e saber quem está lá e quantos estão lá. Elas poderão sair de casa tranquilamente, pois saberão onde há árvores, por exemplo”, continua.
A visão não será completa, ela deve funcionar mais como um radar, mostrando apenas algumas centenas de pixels. “Se você tem um pouco de visão, talvez não seja muito útil para você”, explica Loweri. A inovação é voltada a pessoas completamente cegas – mesmo as que não têm globo ocular.
Os pesquisadores responsáveis pretendem lançar protótipo até a primeira metade de 2014. Se tiver sucesso, a tecnologia deverá se popularizar ao longo da próxima década. O projeto recebeu US$ 8 milhões do governo australiano.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Supercomputador Watson é escolhido para atender pacientes com câncer em mais hospitais
O supercomputador Watson ficou famoso por participar de um game-show nos EUA e derrotar concorrentes humanos. No entanto, ele sempre esteve destinado para mais do que isso. Agora você pode chamá-lo de “Dr.” Watson: através de um aplicativo médico baseado na nuvem, ele vai ajudar a atender (mais) pacientes com câncer.
No ano passado, o Watson já estava em testes para tratar pacientes no Memorial Sloan-Kettering, o maior centro de oncologia de Nova York.
Agora, os médicos do WestMed e do Centro de Maine para Medicina do Câncer, ambos nos EUA, em breve poderão fazer perguntas ao Watson através de um tablet ou computador. O primeiro trabalho de Watson é ajudar médicos a decidir qual tipo de tratamento será mais eficaz para pacientes com certos tipos de câncer de pulmão. Ele vai analisar as milhares de páginas nos registros do paciente, para então dar respostas em ordem decrescente de confiabilidade.
O Watson não vai tomar nenhuma decisão sozinho: ele facilita a tomada de decisão, analisando toneladas de dados para trazer só as mais importantes. O Watson começa a ajudar os médicos no mês que vem.
Enquanto isso, o Watson já vem trabalhando na seguradora de saúde WellPoint Inc – seu primeiro trabalho – onde ele faz mais ou menos a mesma coisa. No entanto, em vez de recomendar tratamentos médicos com base em eficácia, ele oferece sugestões para quais tratamentos a empresa deve autorizar o pagamento, em casos particularmente complexos.
O Watson deve ser mais eficiente que humanos em ambos os casos: ele consegue lidar com questões formuladas de forma natural, e depois analisar quantidades gigantescas de dados para respondê-las. Basicamente, ele é o melhor médico-residente que existe – e o mais rápido também.
Pode parecer assustador colocar a sua saúde nas “mãos” frias e metálicas de uma máquina, só que isso é mais eficiente em casos complexos – e sempre tem um médico humano para decidir. É melhor você se acostumar com a ideia: este é apenas o começo.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Cientistas conseguem armazenar informação digital em estrutura de DNA
Ele é capaz de armazenar a informação de 1 milhão de CDs em um espaço menor que um dedo mindinho e mantê-la segura por séculos. É uma nova engenhoca eletrônica? Não, é o DNA. Como o material genético há muito guarda toda a informação necessária para fazer plantas e animais, cientistas estão dizendo que ele também pode ajudar a lidar com a crescente necessidade de armazenamento de dados da sociedade da informação.
Nesta terça-feira, 23, pesquisadores relataram na revista Nature que salvaram todos os 154 sonetos de Shakespeare, uma foto, um artigo científico e um arquivo de som de 26 segundos do discurso em Martin Luther King Jr. disse “eu tenho um sonho”. Tudo isso coube em um pedaço de DNA sintético quase invisível a olho nu, guardado em um tubo de ensaio.
O processo envolveu a conversão dos 0 e 1 da informação digital no alfabeto de quatro letras do código genético. Após o DNA sintético ser criado, máquinas “leram” suas moléculas e recuperaram a informação. Esse processo durou duas semanas, mas avanços tecnológicos estão diminuindo esse tempo, afirmou o autor do estudo, Ewan Birney, do Instituto Europeu de Bioinformática, em Hinxton, Inglaterra.
Segundo os pesquisadores, o DNA seria útil para guardar grandes quantidades de informação que precisam ser armazenadas por um longo período de tempo, mas que não necessitam ser recuperadas com frequência -por exemplo, por arquivos e bibliotecas, sugere um coautor da pesquisa, Nick Goldman. E guardar o DNA seria relativamente simples, dizem: basta colocá-lo num lugar frio, seco e escuro.
Perspectiva. Talvez em uma década, afirmou Goldman, pode ser possível que consumidores guardem por 50 anos, em DNA, fotos de casamento ou vídeos endereçados a seus futuros netos.
Os cientistas disseram que não têm a intenção de injetar esse DNA em seres vivos e negam a possibilidade desse material acidentalmente se tornar parte do código genético de um ser vivo, por causa do seu esquema de codificação.
Segundo Sriram Kosuri, pesquisador da Universidade Harvard que faz pesquisas na mesma área, por ora limitações técnicas vão impedir que o DNA “substitua o seu disco rígido”.
Estado de S. Paulo
Chinês se mantém vivo há mais de 13 anos usando máquina de hemodiálise amadora
Três vezes por semana, Hu Songwen, entra em seu pequeno banheiro e dispara sua máquina.
Hu sofre de uma doença nos rins e resolveu construir uma máquina para fazer hemodiálise caseira utilizando instrumentos médicos velhos e utensílios de cozinha, já que suas condições financeiras não permitem frequentar um hospital.
Ele era estudante de uma universidade, até que foi diagnosticado em 1993 com uma doença renal, obrigando-o a passar por sessões semanais de hemodiálise para limpar os resíduos de seu sangue.
Por algum tempo realizou as hemodiálises tradicionais em hospitais, gastando todas as suas economias. Sem ter o que fazer, Hu resolveu construir sua própria máquina.
Ele afirma que não se intimidou com o fato de seus amigos terem morrido ao tentarem construir e usar uma máquina semelhante. A máquina funciona como um rim externo, constituído de compartimentos ligados por uma membrana (um tipo de filme que permite que apenas algumas partículas passem por ela).
Hu faz seu próprio fluido de diálise misturando carbonato de sódio, cloreto de sódio, cloreto de potássio, bicarbonato e água purificada. Para o tratamento ele insere duas mangueiras em seu braço que são conectadas com a máquina. O sangue é bombeado para fora de seu braço e, então, filtrado, entrando em seu corpo novamente pela outra mangueira.
A doença de Hu faz com que seu corpo tenha altos índices de potássio e sais de sódio em seu organismo, algo que pode ser potencialmente fatal. Quando seu sangue passa pela máquina, os sais em excesso são removidos.
Sua condição também acumula diversos ácidos em seu sangue. Hu trata esse problema com o bicarbonato. Os médicos advertem que ele corre sério risco de infecção, bem como complicações em longo prazo.
Apesar de ser um país comunista, a China não tem um programa único de saúde como o Brasil, o que obriga boa parte da população ter planos de saúde que cobrem apenas 50% das necessidades de saúde.Hu, que vive com sua mãe de 81 anos na cidade de Qutang, na província de Jiangsu, disse que não tem opção. Infelizmente, o governo ofereceu apoio gratuito apenas quando seu caso foi divulgado pela imprensa chinesa em um seminário promovido, mas Hu se recusa, afirmando que é impossível se tratar nos hospitais mais próximos devido ao grande número de pessoas que os procuram, deixando todo o sistema inviável.
Fonte: Inovação Tecnológica
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
sábado, 19 de janeiro de 2013
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Alunos de ensino médio vão ter livro digital a partir de 2015
Mercadante disse que a pasta estuda reproduzir a experiência no ensino superior, gravando aulas e seminários nas universidades federais e disponibilizando na internet gratuitamente.
A partir de 2015, o aluno do ensino médio da rede pública poderá acessar seu livro didático em um tablet ou computador e, ao clicar em uma gravura ou trecho da obra, será direcionado para um gráfico interativo ou um vídeo sobre o tema em estudo.
Essa possibilidade está prevista em edital lançado pelo MEC para compra de 80 milhões de livros para alunos do ensino médio.
É a primeira vez que o livro digital está previsto na compra de obras didáticas feita pela pasta. Isso não substituirá o livro impresso. "Estamos comprando a obra multimídia. Ela é formada por um livro impresso e um livro digital, que reúne o mesmo conteúdo do impresso mais os objetos digitais integrados na mesma tela", disse Rafael Torino, diretor de ações educacionais do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação).
A editora que não tiver em seu catálogo a obra digital poderá inscrever apenas a versão impressa, além do PDF da obra didática. A versão digital deve aumentar o valor da compra - em média, um livro do ensino médio tem um custo de R$ 8 para o governo federal. Nesse edital também foi incluída pela primeira vez a previsão de compra de livros de arte. Outra novidade é a maior interação entre as diferentes disciplinas.
"O que está sendo pedido é que cada livro de uma determinada disciplina faça referências a outras disciplinas da mesma área de conhecimento e a outras áreas do conhecimento", disse Torino.
O ministro Aloizio Mercadante (Educação) defendeu o novo perfil do edital.
"É uma linguagem que vai, do nosso ponto de vista, estimular cada vez mais essa nova geração que está buscando os caminhos digitais para se comunicar", afirmou durante seminário com o norte-americano Salman Khan. O educador ganhou destaque internacional com os milhões de acessos ao seu site de videoaulas gratuitas.
Mercadante disse que a pasta estuda reproduzir a experiência no ensino superior, gravando aulas e seminários nas universidades federais e disponibilizando na internet gratuitamente.
(Flavia Foreque - Folha de São Paulo)
É importante que novas tecnologias estejam presentes na vida do estudante, sobretudo a democratização dos meios digitais às populações mais carentes. É para isso que deve servir o Estado.
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
Projeto de impressora 3D de tecidos e órgãos humanos usa software da Autodesk
Boa notícia: as pessoas talvez não sejam assim tão diferentes das máquinas. Na terça-feira, uma pequena companhia de San Diego chamada Organovo Holdings, que já produz tecidos humanos em pequena escala, anunciou parceria com a produtora de software Autodesk para projetar uma plataforma bioimpressora.
A ideia é utilizar parte do software da Autodesk hoje empregado para o projeto e fabricação de objetos inanimados, tais como luminárias ou eletrodomésticos, a fim de construir tecidos vivos e, no futuro, órgãos humanos.
Caso órgãos vivos possam ser produzidos da mesma maneira que hoje fabricamos, por exemplo, floreiras e componentes de aviões, com o uso de impressoras tridimensionais, o custo da medicina talvez caia, e a capacidade dos serviços médicos aumentará. "No momento, podemos criar uma fatia tridimensional de fígado instruindo uma 'impressora' quanto ao posicionamento de células", disse Keith Murphy, presidente-executivo da Organovo. "Podemos criar algo com menos de um milímetro de espessura, que colocamos em um banco de testes para estudos de medicamentos. A questão de longo prazo é se poderemos produzir um fígado inteiro". Esse seria um processo mais complexo, envolvendo colocação precisa de células para a confecção do material do órgão e de complementos como veias e capilares, e ao mesmo tempo manter todo o complexo vivo. Murphy declarou que provavelmente serão necessários muitos anos de trabalho antes que isso aconteça. A tarefa também seria muito mais ambiciosa do que os demais esforços de produção de órgãos, a exemplo da criação de uma traqueia adulta usando células-tronco em um tubo de plástico esterilizado, empreendida por uma equipe de cirurgiões de Baltimore
. Um projeto de prazo mais curto envolveria a produção de fatias de fígado para testes de medicamentos, o que permitiria que cientistas testassem facilmente coisas como dosagens variáveis de medicamentos, e a criação de tecidos para testes cirúrgicos. A Organovo teria de produzir quantidade significativa de material em suas impressoras, nesses dois casos. Murphy disse que trabalhar com a Autodesk, que já trabalhou extensamente no segmento de impressoras 3D, oferecerá à sua empresa melhor compreensão de como desenvolver software 3D, o que ajudará a Organovo e outras companhias a projetar tecidos tridimensionais melhores. A Autodesk, por sua vez, quer simular de que forma objetos tridimensionais não vivos são criados, para que possa melhorar suas operações básicas. "Se você projeta um chassi de automóvel, o projeto não se altera", diz Carlos Olguin, que comanda o grupo de software biológico, nanodimensional e programável da Autodesk. "A impressão biológica envolve a montagem autônoma de coisas como células-tronco. É um paradigma de design diferente que pode ter grande efeito sobre coisas como protótipos em escala maciça". "Porque que a biologia está se tornando uma disciplina mais madura em termos de engenharia, queremos encontrar muito mais parceiros", ele disse. As empresas não estão pagando uma à outra pela colaboração, e duas equipes de cerca de quatro pessoas, uma de cada companhia, trabalharão juntas em no que Olguin definiu como "primeira fase" do projeto.
domingo, 2 de dezembro de 2012
Ucranianos desenvolvem par de luvas que converte linguagem de sinais em voz
Instigados por uma competição internacional de tecnologia, quatro jovens ucranianos desenvolveram um par de luvas capaz de traduzir a linguagem de sinais utilizada por pessoas com deficiência auditiva e de fala para todos os que não estão familiarizados com esse sistema de comunicação.
O Enable Talke, nome dado ao sistema, consiste em um dispositivo eletrônico que, acoplado a um par de luvas, reconhece os sinais do usuário, transmitindo as informações a um smartphone por sistema de Bluetooth. No dispositivo móvel, um aplicativo converte a informação enviada pelas luvas em um som correspondente.
O protótipo do Enable Talke venceu a categoria projeto de software da Microsoft Imagine Cup 2012. Com produção orçada em US$ 150 por equipamento, os jovens ucranianos buscam, agora, investimentos. A proposta é aplicar recursos no desenvolvimento de alternativas para baratear os custos do produto para algo em torno de US$ 75.
Estadão
sábado, 10 de novembro de 2012
Pesquisadores estudam criar um aparelho que recarrega com o seu ouvido
Cientistas do MIT (Instituto Tecnológico de Massachusetts) desenvolveram um implante auricular que se alimenta da energia gerada pelo corpo humano. Com a pesquisa, dispositivos eletrônicos criados para reparar e auxiliar funções orgânicas poderão operar sem a necessidade de baterias externas.
O aparelho desenvolvido pelos bioengenheiros do MIT é menor do que uma moeda e gera toda a eletricidade que precisa para funcionar através da energia potencial existente em nossos ouvidos e nos de todos os mamíferos. Testado em ratos, que têm um sistema auditivo muito semelhante ao humano, bastaram poucos segundos para o chip colher energia suficiente para começar a transmitir sinais ao cérebro do hospedeiro.
Basicamente, o aparelho possui uma conexão que penetra em uma membrana, que separa essa câmara cheia de íons de influências externas. Funcionando como uma bateria, a câmara fornece voltagem, que é colhida pelo chip. Estabelecida a corrente, circuitos no dispositivo fazem a conversão e passam a energia para capacitores. Os cientistas montaram o aparelho com um transmissor que envia leituras da energia gerada em tempo real.
Os íons presentes no ouvido servem para converter energia eletromecânica em sinais que o cérebro consiga entender. Ao “roubar” parte dessa energia, os pesquisadores precisaram ser muito cuidadosos: se o chip tomasse uma quantidade muito grande, comprometeria o funcionamento do órgão como um todo. Se usasse pouca, seria incapaz de transmitir sinais corretamente.
No fim de muitos testes, chegou-se a uma configuração precisa que, uma vez conectada ao canal auditivo, leva apenas de 40 a 240 segundos para carregar os capacitores o suficiente para que a tecnologia implantada comece a transmitir sinais. O salto é enorme em direção a um futuro de implantes eletrônicos que dispensem baterias.
sábado, 13 de outubro de 2012
Sight-Uma visão sobre o futuro
Neste pequeno filme, que se passa no futuro, o protagonista usa tecnologias ultra-modernas de redes sociais para conseguir se dar bem em um encontro. Será que dá certo?
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Intel quer eliminar senha de computador com a palma da mão
A Intel quer acabar com as senhas. Cientistas da companhia, a maior fabricante mundial de chips, demonstraram nesta quinta-feira um sistema que reconhece o padrão de veias da palma da mão. Ao agitar as mãos diante de um sensor, a máquina elimina a exigência de digitar uma sequência de números e letras para ter acesso a smartphones, computadores e também a sites e serviços na internet.
- Ninguém gosta de senhas - disse Justin Rattner, chefe do escritório de tecnologia da Intel, em uma entrevista antes de apresentar o trabalho da companhia, ainda em andamento, em uma reunião para desenvolvedores.
- Isso elimina completamente a profunda inconveniência da senha.
Rattner lidera uma equipe de mais de mil cientistas em todo o mundo que buscam melhores funções para os chips da Intel e os dispositivos que os executam. Sua equipe inclui antropólogos e até mesmo escritores de ficção científica que estudam as pessoas e tentar imaginar como elas podem utilizar a tecnologia oferecida pelos processadores da Intel. Uma quantidade crescente de trabalhos no laboratório da Intel está focada em soluções de curto prazo e problemas da vida real, disse Rattner.
Enquanto outros dispositivos de identificação biométrica já estão em uso, o sistema da Intel vai ainda mais longe, disse ele. Uma vez que a máquina identificou um usuário, hardware e software se conectam com todos os outros serviços protegidos - como um banco online.
Para oferecer mais proteção, as máquinas contêm sensores adicionais que detectam quando um usuário se afastou e automaticamente bloqueiam o acesso a todas as máquinas e sites conectados, disse ele.
Rattner também fez questão de tranquilizar as pessoas que podem estar preocupadas com o que os criminosos podem fazer, recorrendo à violência para obter acesso a palma da mão a fim de roubar aparelhos.
- Mãos cortadas não funcionam porque é preciso ter o fluxo de sangue.
O GLOBO
sexta-feira, 18 de maio de 2012
O que é tecnologia?
Ricardo de Macedo
Semanalmente, ou pelo menos quase, venho aqui falar sobre tecnologia, ou alguma variação sobre o tema.
Mas existe certa duvida na cabeça de todos sobre o que é tecnologia. Você amigo leitor sabe o que é tecnologia?
Uma definição muito aceita para tecnologia diz: “Tecnologia é tudo aquilo que o ser humano cria para expandir seus conhecimentos, tornar seu trabalho mais fácil e fazer sua vida mais agradável.”
Porém eu gosto mais da definição dada por Dom Tapscott no seu livro “Geração Digital” em que diz: “Tecnologia é tudo que foi criado depois que a pessoal nasceu.”
Partindo deste principio as Pinturas Rupestre do Piauí que datam mais de 10 mil anos são uma forma de tecnologia. Sim, para o Homem pré-histórico a pintura rupestre foi uma tecnologia alcançada. Tanto quanto foi a raspagem das pedras para se fazer ferramentas, ou a descoberta do fogo, ou ainda a utilização do cobre, bronze e outros metais.
Claro que muitos ignoram como tecnologia coisas tão triviais como luz elétrica, telefone, carro, rádio ou televisão, mas todos itens citados já foram consideradas alta tecnologia na época de sua invenção. Mostrando que o conceito do que é tecnologia é muito variável.
Para mim que convivo com a Informática, alguns exemplos de tecnologia que pode ser citado: o computador (1945), Internet (1969) e a Word Wide Web (de 1989), todos itens que as crianças de hoje nem pensão como sendo algo tecnológico.
Caminhamos para convergência tecnológica onde um único equipamento poderá executar funções distintas, como o caso da geladeira RF4289 da Samsung lançado durante a CES (Consumer Electronics Show) 2011 em Las Vegas. Nela você pode se conectar à internet pelo sistema Wi-fi, e com isto atualizar o Twitter, acessar o google calendar, tocar músicas, consultar a previsão do tempo de sua cidade e claro através do site Epicurious.com acessar dicas rápidas de culinária e receitas completas.
Esta geladeira é apenas um exemplo que confirma muitas vezes o que o filosofo e educador canadense Herbert Marshall McLuhan afirma: “As novas tecnologias são sempre utilizadas para fazer um trabalho velho, isto é, até que alguma força direcionada faça com que elas sejam utilizadas de novas maneiras”.
Uma visão comum é que a evolução tecnológica acaba criando um processo de involução social, onde o senso de coletivo apenas é observado em redes sociais, onde cada vez mais nos isolamos do mundo exterior, para dentro do nosso próprio mundo. A facilidade de acesso é perigosa, pois pode trazer junto uma indesejável acomodação e alienação.
A tecnologia não deve ser pensada apenas para facilitar o cotidiano (claro que é este foco que move a tecnologia), mas também deve ser vista como uma forma de fortalecer valores e evitar algumas barbáries. E para isto não é preciso abandonar a evolução tecnológica, basta apenas focar mais no conteúdo e aplicação, e menos no meio.
Então, quando pensamos em tecnologia, temos que ter a mente aberta para entender que tecnologia é algo muito amplo e variável, que nossa percepção é o principal falto para determinar o que é Tecnologia (para nós mesmo).
Deixo a dica aqui de dois livros para quem quiser ter uma visão mais ampla sobre tecnologia:
HORA DA GERAÇÃO DIGITAL, A
Autor: TAPSCOTT, DON
Editora: AGIR
ADMIRAVEL MUNDO NOVO
Autor: HUXLEY, ALDO
Editora: GLOBO
O Primeiro ajuda a quem quiser entender um pouco mais de como a “Geração Internet” está “mudando o mundo”, já o segundo é uma obra de ficção que aborda como nós humanos nos relacionamos com a tecnologia e como ela pode afetar a nossa sociedade. Ambos os livros é possível encontrar na internet versões digitalizadas.
É isto ai, abraços a todos...
Saúde, Paz e Sucesso.
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