
Nos acentos ao lado da moça grávida, haviam duas mulheres sentadas. Falei para a grávida que era um direito dela sentar ali. Aparentemente, ninguém queria ceder o lugar. Comentei o fato com o motorista, que obrigou uma delas a deixar a grávida sentar, ou então as duas (que estavam juntas) iriam descer do ônibus. Por fim, a grávida pode sentar.
E se o ônibus dá uma freada brusca e a grávida cai, batendo a barriga no chão com a força do impacto? Melhor nem pensar.
É lamentável ver como vivemos em um país onde existam tantas pessoas desprovidas de cortesia e educação, com um egoísmo galopante e a incapacidade de pensar no bem-estar do próximo.