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quarta-feira, 11 de maio de 2011

iPad 2 custa no Brasil o dobro do preço verificado na China



O iPad 2, ainda não lançado no Brasil, é vendido extra-oficialmente no País por cerca de R$ 2.600 (equivalente a US$ 1.620), mais que o dobro do preço cobrado na China (US$ 691), onde o produto da Apple é fabricado.
Esse preço de R$ 2.600 é uma média de produtos encontrados para a versão em 3G com 32 gigabites no site Mercado Livre. Já o modelo de 64 GB sai por aproximadamente R$ 3.200 (US$ 2.000) pelo mesmo site. Os americanos e europeus também pagam mais caro que os chineses pelo produto da empresa sediada em Cupertino, Califórnia.
O professor de economia Alcides Leite comparou o preço do produto em 11 países além do Brasil. O tablet da Apple mais barato é encontrado na China e no Japão. Em seguida aparecem os EUA, o México e a Austrália, depois mais seis países europeus.
Apesar de especulações no mercado, a empresa de Steve Jobs não tem previsão de data de lançamento nem de valores do produto no Brasil.
Mesmo quando for lançado oficialmente no País, o preço tende a ser alto. Segundo o site da revista Exame, a versão mais simples, com 16 GB, sairá por R$ 1.750 (cerca de US$ 1.100) nas lojas brasileiras. Continua sendo mais caro do que nos demais países pesquisados.
Segundo o presidente da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), o preço dos tablets fabricados no Brasil tende a cair 30% se todos os benefícios fiscais aplicados ao notebook passarem a valer também para esse tipo de aparelho.
Com os benefícios, tomando por base a previsão de varejistas, o iPad 2 mais simples sairia por R$ 1.225, ou US$ 763, valor comparável ao de países como o México e EUA.
Veja os preços do iPad 2 em 12 países, em dólares:
iPad Wi-Fi + 3G16 GB32 GB64 GB
China568691814
Japão596708807
Estados Unidos629729829
México7749031032
Austrália7859031022
Reino Unido8189491080
Espanha/Portugal/Itália/Alemanha85910031147
França87410201166
Brasil1090*1620**2000**
* Expectativa do varejo para o preço oficial, segundo revista Exame
** Preço médio levantado pelo Radar Econômico no site Mercado Livre


Estadão

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Tumulto na venda do iPad 2 na China deixa 2 feridos

Duas pessoas ficaram feridas e tiveram que ser atendidas em hospitais de Pequim este fim de semana durante o tumulto causado na Apple Store da cidade nos primeiros dias de venda do iPad 2 na China, informou nesta segunda-feira o jornal "South China Morning Post".

Segundo informações da imprensa chinesa, "um estrangeiro com uniforme da Apple usou seus punhos e um pedaço de madeira" contra clientes que queriam furar a fila formada na entrada da loja e revender iPads.

Além disso, um dos vidros da loja foi quebrado, e perante o caos gerado os responsáveis decidiram fechá-la, em um incidente ocorrido na tarde do sábado ---um dia depois da estreia do iPad 2 na China-- na região de Sanlitun, uma das principais áreas comerciais da capital.


Um dos feridos, Ding Wencheng, assegurou ao jornal "Legal Evening News" que ele estava fazendo fila junto com sua esposa quando o mencionado estrangeiro começou a gritar para ele em inglês, para depois agarrá-lo pelo colarinho e tirá-lo da fila aos empurrões, ferindo-o na boca e na cintura.

O outro ferido, do qual o "South China Morning Post" publicou imagens, sofreu um ferimento na cabeça e também assegurou que não estava tentando revender iPads ou furar a fila.

Os ataques enfureceram a multidão das imediações, que pediram à loja que lhes "entregasse" o agressor, refugiado no interior do estabelecimento.

Perante o crescente tumulto, a polícia chegou ao local e dispersou as pessoas, em uma ação na qual não houve detidos e ninguém mais ficou ferido, assegura o jornal.

A loja reabriu normalmente no domingo, embora as filas para adquirir o iPad 2 tenham desaparecido, assinalaram ao jornal fontes da Apple em Pequim.

O incidente foi muito comentado em foros de internet chineses, especialmente pelo fato de que o ataque foi feito por um estrangeiro, por isso que alguns chegam a assegurar que se trata de um caso de "discriminação racial".
Folha

Quem fica em fila para comprar qualquer coisa assim é retardado e imbecil.

sábado, 30 de abril de 2011

Vídeo de 1994 mostra conceito de tablet que lembra bastante o iPad de hoje

Atenção applemaníacos, uma informação que poderá chocar vocês: a Apple não inventou o tablet!

Aliás, diga-se de passagem, muitos de seus produtos não foram exatamente inventados do zero, mas são implementações muito bem feitas de conceitos gerais que já existiam. Foi assim com o mouse, com a interface gráfica dos sistemas operacionais, com o iPod e até mesmo com o iPad.

Vejam que conceito interessante visto por visionários há quase 20 anos, sobre como seria a leitura de jornais no “futuro”. Será que lembra algo?







É impressionante ver a precisão da visão destes profissionais na época e perceber como eles erraram pouco em relação aos dias atuais. Claro que não precisamos de canetinhas (obrigado, Apple) para manipulá-lo, mas o conceito está todo ali. Ou seja, a teoria de que “boas ideias pairam pelo ar e que precisam apenas de alguém que as capte para colocá-las em prática”, pode não ser tão absurda assim. A diferença é justamente esta: ter alguém competente para executar bem uma ideia.

A Microsoft tentou desde 2001 a fazer funcionar os tablets, sem muito sucesso para o grande público. Foi preciso esperarmos 9 anos para que um produto mais fácil e mais refinado ganhasse o mercado e mostrasse a todos como se faz um tablet popular. O iPad é um sucesso hoje e imitado por todos não por ser uma ideia totalmente original, mas porque foi muito bem executada.

Fonte

sábado, 23 de abril de 2011

Opinião: meu notebook barato é melhor que o seu caro iPad 2



Em todos os lugares que vou, atualmente, meus amigos estão sempre criticando notebooks e netbooks. Eles me dizem que meu computador é uma raça em extinção e ficam louvando seus iPads “pós-PC”.
Eles tiram cuidadosamente os seus tablets da Apple das bolsas. Aí eu o admiro e digo: “Então onde vocês colocam o DVD? Como você escreve um e-mail longo em um teclado virtual? Ah, e adivinhe quantos dólares a menos eu paguei em meu pequeno Lenovo ThinkPad X30 do que você desembolsou pelo seu iPad?”
Reconheço que o iPad é fino, leve e fácil de transportar, e entendo as suas vantagens para entretenimento portátil. Mas se você não precisa do prestígio de possuir o melhor e mais novo aparelho tecnológico do mercado, penso que é possível ter tudo isso e muito mais por um valor muito menor do que o preço do tablet da Apple. Tudo que você tem a fazer é topar carregar um pouco de peso a mais.
Se estiver disposto a se arriscar com um equipamento usado, pode encontrar notes ou netbooks um pouco mais antigos a partir de cerca de 200 dólares nos Estados Unidos.
Minhas razões
Veja abaixo as principais razões porque eu acho que meu ThinkPad usado – no qual eu paguei cerca de 200 dólares – “acaba” com o seuiPad 2, que, novo, tem preços entre 500 e 830 dólares, dependendo da configuração.
Meu ThinkPad possui um reprodutor/gravador de CD e DVD: se você está constantemente salvando fotografias, músicas ou filmes, ou realizando backups de seus programas e disco rígido, provavelmente precisa “queimar” discos ocasionalmente. Ou talvez seus parentes distantes precisem de uma cópia de um vídeo do recital de bateria do seu primo. Ou ainda adorariam ver um CD com fotos da sua última viagem de férias. Você não consegue colocar tudo isso no Facebook.

Teclado físico: a maioria dos usuários do iPad prontamente admite a dificuldade de digitar textos muito longos no teclado virtual do aparelho. Vou além disso: detesto digitar em um teclado virtual. Como um repórter da PC World americana falou de forma sarcástica: “Tablets com preços altos: telas touchscreen sem teclado. Que inovador.” E teclados frágeis em forma de  docks não adiantam. Quero um acessório sólido e embutido, como o do meu ThinkPad. É um dos melhores teclados de laptops do mercado e também gosto do controle de cursor “das antigas”, Trackpoint.
Maior espaço de armazenamento: se quiser baixar e armazenar toneladas de filmes, programas de TV, vídeos, músicas, PDFs, apresentações e outros arquivos com qualidade decente, a capacidade máxima de 64 GB do iPad 2 é pequena. Até mesmo a capacidade média de 250 GB em um note/netbook decente acaba enchendo mais rápido do que você espera (admito que atualmente é fácil fazer backup de praticamente tudo para um HD externo ou um serviço de armazenamento em nuvem).
Portas úteis e versáteis: sem USB no iPad? Tudo bem, você pode comprar um adaptador caro. Mas e se você quiser ligar um mouse, câmera digital e/ou impressora? Não adianta nada nesse caso a facilidade de uso e as dimensões reduzidas do tablet. Poder inserir um aparelho USB ou um pendrive em meu computador é essencial para mim.

Além dessas razões, separei algumas das coisas de que menos gosto no iPad. Confira abaixo.
O iPad não suporta multitarefa de verdade: como resultado disso, não posso ouvir uma rádio esportiva online, ver as notícias na Internet e subir novos posts para o meu blog, tudo ao mesmo tempo. Essa versatilidade pode explicar meu amor pelos computadores móveis – e apenas isso já assegura minha lealdade aos note/netbooks.
Preso aos limites do iTunes: um companheiro da PC World, Jared Newman, resumiu o caso muito bem: “Mesmo que você nunca sincronize um único arquivo de mídia de um computador para um iPad, ainda precisa ter o iTunes em um PC ou Mac para manter o sistema do tablet atualizado. Isso precisa mudar.”
Bateria não pode ser trocada: eu sei que o iPad possui uma respeitável duração de bateria (cerca de 10 horas), mas se você precisar trabalhar por muito tempo em um voo longo e em um café sem tomadas disponíveis, por exemplo, vai precisar de uma ótima duração de bateria e uma célula reserva que seja fácil de instalar. Isso não é possível em nenhum modelo do tablet da Apple. Como em todos os aparelhos móveis da “maçã”, a bateria do iPad é selada e não pode ser substituída.





terça-feira, 8 de março de 2011

Compre um ipad e mate um chinês



Trabalhadores chineses recorrem à Apple por condições de saúde

Operários chineses de uma fábrica que produz telas sensíveis a toque para a Apple pediram para a empresa norte-americana ajudar a resolver problemas de envenenamento químico que afirmam que estão prejudicando sua saúde.

A Wintek, companhia taiuanesa que controla a fábrica em Suzhou, uma cidade industrial no leste da China, disse ter usado hidreto de hexila, ou n-hexane, de maio de 2008 a agosto de 2009, mas que suspendeu o uso do produto depois de descobrir que ele causava problemas de saúde aos trabalhadores.

"Trata-se de um produto que mata, e que ataca de maneira invisível", diz uma cópia em chinês da carta endereçada ao presidente-executivo da Apple, Steven Jobs, exibida por trabalhadores à Reuters. Uma versão em inglês foi encaminhada à Apple.
"A partir do momento em que o hidreto de hexila foi utilizado, os lucros mensais da Apple e da Wintek cresceram em dezenas de milhões de milhões, como resultado acumulado das vidas e saúde dos trabalhadores", afirma a carta, assinada por cinco operários que afirmam representar os funcionários da fábrica.
A Wintek afirmou que usava o produto químico, cuja evaporação é mais rápida que a do álcool, para a acelerar a produção das telas dos produtos da Apple. Depois dos problemas, ela voltou a usar álcool.
A Apple, que anunciou lucro recorde em janeiro, vem sendo perturbada por críticas quanto às condições de trabalho nas instalações chinesas de seus fornecedores de componentes.
No ano passado, a Foxxconn, a principal fornecedora chinesa da Apple, registrou uma dezena de suicídios de funcionários. Críticos da companhia afirmam que as mortes foram causadas pelas condições duras de trabalho nas fábricas.
Os envenenamentos foram mencionados em recente relatório da Apple, que usa fornecedores chineses para a montagem de produtos como iPhones, iPads e outros aparelhos de grande sucesso de venda da companhia. O relatório informava que 137 operários foram hospitalizados devido a envenenamento, mas que todos se recuperaram, a mesma informação oferecida pela Wintek.
Mas alguns dos operários no complexo da Wintek em Suzhou alegam que a empresa taiuanesa não indenizou devidamente os trabalhadores afetados, pressionou os indenizados a deixarem seus empregos e não ofereceu garantias de que cobrirá as despesas médicas de trabalhadores que venham a sofrer novos problemas de saúde relacionados ao envenenamento.

G1

Para a indústria de eletrônicos, o mais importante obviamente é o lucro e não a saúde dos funcionários que trabalham na produção dos seus artigos. Isto com certeza não acontece só na linha de produção do iPad, mas de outros produtos como celulares, laptops etc.
Sobre o tema, assista o vídeo no penúltimo post.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Incentivo deve dar impulso aos tablets no Brasil


A possibilidade de o governo criar um programa de incentivo para a produção de tablets pode acelerar o amadurecimento do mercado nacional, em um movimento semelhante ao que aconteceu com a indústria de computadores cinco anos atrás.

Segundo a Folha apurou, o governo analisa formas de incentivar a indústria brasileira para a fabricação dos tablets desde o início do segundo semestre de 2010.

Uma das formas de incentivo, já debatida e retomada na semana passada --durante a reunião que formalizou o programa Pró-UCA, que prevê a distribuição de netbooks educacionais a escolas públicas do país--, é a classificação dos tablets como PCs.

Procurados, representantes do Ministério das Comunicações e Ciência e Tecnologia não responderam aos pedidos de entrevista.

Hoje ainda existem dúvidas sobre a forma como esses aparelhos podem ser enquadrados na legislação brasileira, o que também deixa os fabricantes receosos.

A Samsung, que produz o Galaxy Tab, em Manaus, atribuiu ao aparelho a condição de "smartphone", já que seu modelo tem capacidade para funcionar como telefone celular. Já a Apple importou a maioria de seus iPads como computador.

DESONERAÇÃO

Caso os tablets sejam considerados computadores pelo governo, poderão aproveitar a desoneração prevista na lei nº 11.196 (Lei do Bem), que reduz a cobrança de PIS e Cofins para computadores fabricados no Brasil.

"O enquadramento dos tablets como computadores, e, com isso, o aproveitamento das regras da Lei do Bem, é o primeiro passo para a queda de preços", afirma Helio Rotenberg, da Positivo Informática.

A empresa pretende lançar seu tablet no primeiro semestre de 2011.

Para Oscar Clarke, da HP, com maior escala e queda de preços, os tablets deverão engolir os netbooks. "Isso se for possível chegar ao mesmo patamar de preços", diz.

Segundo Clarke, existe a possibilidade de a companhia trazer o aparelho ainda no primeiro semestre.

Outras fabricantes que já pensavam em entrar no segmento devem ter um empurrão a mais caso o plano de popularização do tablet avance. Entre elas está a LG, que, segundo a Folha apurou, pretende trazer seu aparelho no primeiro trimestre e, com ele, declarar a "guerra coreana" à rival Samsung.

"Os fabricantes estavam receosos porque o mercado não amadureceu. Medidas de incentivo podem impulsionar os tablets", diz Álvaro Leal, da consultoria IT Data.


Folha de SP

Comentário:
Sou plenamente a favor deste tipo de medida e não poderia ser diferente. Apesar de eu preferir o modelo da Samsung ao da Apple (e mais ainda um notebook!), a popularização dos tablets à preços populares pode significar a entrada de muitas pessoas no mundo digital, mesmo que para atividades mais simples na internet. O governo Dilma tem tudo para dar um grande salto na inclusão digital, juntamente com medidas como a popularização da banda larga.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

8 coisas idiotas que estragam o iPad



Moldura da tela grande e feia
Você viu a largura da moldura dessa coisa? Toma espaço demais! Eu sei que você não vai querer acidentalmente dar algum comando com o seu dedão enquanto estiver segurando o iPad, mas precisa usar tanta área útil?
Sem multitarefaIsso é ridículo. Se essa coisa supostamente foi feita para substituir netbooks, como diabos não pode ter multitarefa? Você tá dizendo que eu não posso ouvir música enquanto digito um documento? Eu não posso deixar o meu aplicativo do Twitter aberto ao mesmo tempo que o meu navegador? Eu não posso ter um cliente de IM aberto ao mesmo tempo também? Você tá de sacanagem? Esse problema sozinho já garante que eu não vou comprar este produto.
Sem câmera
Não ter uma câmera na frente, para videoconferência e Skype é uma coisa. Mas não ter uma câmera atrás também? Por que diabos não? Eu não consigo imaginar o lado negativo de incluir pelo menos uma câmera. Será que esse bagulho não dá conta de segurar o iChat?
Teclado virtual
Quem apostou que a Apple revolucionaria os métodos de entrada em tablets quebrou a cara; este é o mesmo grande e feio teclado de touchscreen que nós já vimos em outros tablets, e a não ser que você esteja no sofá apoiando a coisa sobre os joelhos, vai ser um saco de usar. 
O nome iPad
Ao menos nos EUA, choverão piadinhas sobre o Maxi padVárias delas.
Ausência de suporte a Flash
Não ter Flash é um pé-no-saco mas não é o fim do mundo no iPhone ou o iPod Touch. Mas em alguma coisa que supostamente deveria ser mais próxima de um netbook ou laptop? Isso deixará buracos grandes, horrorosos, em sites. E eu espero que você não dê bola para vídeo em streaming. A gente sabe que usuários casuais de internet não dão a mínima. Tipo Youtube, Hulu. Ninguém usa. NOT.
Adaptadores, adaptadores, adaptadores
Você acha o design do iPad clean, as linhas bonitas? Esqueça-as. Se você quiser plugar qualquer coisa nisso, como uma câmera digital, você precisará de vários tipos de adaptadores horrorosos. Você precisará de um adaptador ATÉ PARA USB, por Deus…
Update: Por que parar em 8? Aqui estão mais duas coisas que descobrimos que são irritantes no novo iPad
Não é Widescreen
Filmes em widescreen ficam horríveis nessa coisa graças à tela com padrão 4:3, de acordo com o Brian Lam, que assistiu um pouco de Star Trek nele. É que nem ter uma TV de tubo de novo!
Não dá suporte a outras redes 3G
Sim, ele é "desbloqueado", mas provavelmente não vai funcionar em redes americanas como a T-Mobile e usa um padrão de cartão (o microSIM) que literalmente nenhuma operadora usa.
Um acossistema de aplicativos fechado
O iPad roda apenas aplicativos da App Store. A mesma App Store que é notória por banir aplicativos por motivo algum, como o Google Voice. É claro que netbooks podem não ter touchscreen, mas você ainda pode instalar o que quiser neles. Quer rodar um navegador diferente no iPad? Azar o seu.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Compre um Notebook e ignore o Ipad


Ele não roda aplicativos em Flash. É mais lento que um notebook de última geração. Não tem drive de DVD ou Blu-ray. Não tem uma câmera, é extremamente burocrático para funcionar e não passa de um brinquedo de última geração. Se você quiser digitar um texto, vai precisar de um teclado bluethooth, comprado à parte e que custa muito caro, pois ficar digitando na tela não é muito agradável. Com preços entre cerca de R$ 1.600 e R$ 2.500, o Ipad finalmente chegou ao Brasil, com status de quinquilharia que todos querem comprar. Talvez útil apenas em alguns ambientes corporativos, a maioria das pessoas utilizam-no apenas para ostentar. Feito pela Apple na China, por trabalhadores que se esforçam em regime de semi-escravidão, com longas jornadas de trabalho e ganhando uma mixaria, algumas pessoas esperaram por horas na fila para serem os primeiros a adquirí-lo no Brasil.
Vejamos a matéria da Folha:

Celebridades e consumidores tentavam descolar, na madrugada desta sexta-feira, um iPad durante o lançamento do aparelho no Brasil, realizado na Fnac do shopping Morumbi (zona sul de São Paulo).

Primeiro da fila entre os consumidores, o gerente de previdência complementar João Teofilo Ribeiro, 50, chegou às 20h30 para comprar um iPad 3G de 16 Gbytes.


Penso que é extremamente irracional ficar madrugar em uma fila para qualquer coisa que não seja algo de primeira necessidade, como conseguir uma consulta médica ou uma vaga na escola para um filho.
Voltando ao Ipad, é uma tecnologia que muito em breve ficará ultrapassada. Já está em testes o papel eletrônico, o e-paper, que vai rodar mídias (como vídeos) e acessar a internet, mas com a vantagem de ser dobrável. Veja:



Levando em conta que o novo dispositivo da Apple possui poucos recursos práticos e em breve teremos aparelhos com a mesma função e bem mais modernos, atualmente ainda é melhor comprar um laptop, pelo mesmo preço e sem tantas restrições.
Recentemente, a HP divulgou o lançamento de um Tablet com bem mais funções que o Ipad, com suporte à flash e com câmera.Se quer mesmo um aparelho deste tipo, a dica está dada. Se quer gastar cerca de R$ 1.500 reais em algo mais útil, compre um notebook.