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sábado, 15 de outubro de 2011

Horário de verão tem início à 0h deste domingo; Relógios devem ser adiantados em uma hora


Começa neste fim de semana o horário de verão. A partir de 0h deste domingo (16) até o dia 26 de fevereiro do próximo ano, devem adiantar os relógios em uma hora os moradores dos estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Bahia.
De acordo com o o governo federal, o período será o mais longo desde 1985 e terá 133 dias de duração. É prevista uma economia para o Brasil que pode variar entre R$ 75 milhões e R$ 100 milhões durante o período, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), com diminuição da demanda em 4,6%, ou o equivalente a 2.650 Mega Watts (MW).
O objetivo é reduzir o consumo de energia e aproveitar mais a luz do sol durante o verão, com os dias mais longos. A decisão de utilizar o horário é de cada estado e, neste ano a Bahia resolveu aderir. A inclusão do estado era requisitada por empresários do estado. Eles queriam sincronia com o expediente bancário, horário de funcionamento de escritórios e sede de empresas do Sudeste e do Sul.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Horário de verão representará economia para o país de R$ 100 milhões


O horário de verão, que começa neste domingo (16) e vai até 26 de fevereiro do próximo ano, vai trazer uma economia para o país que pode variar entre R$ 75 milhões e R$ 100 milhões. A estimativa, divulgada hoje (13), é do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).
O horário de verão 2011/2012 terá 133 dias de duração e é o mais longo desde 1985, segundo o ONS. Ele ocorrerá em três regiões brasileiras: Sudeste, Centro-Oeste e Sul. Considerando-se todos os estados atingidos pela medida, a diminuição da demanda estimada será de 4,6%, ou o equivalente a 2.650 megawatts (MW).
A maior redução (4,9%) deverá ocorrer na Região Sul, correspondendo a 600 MW. Isso significa, segundo o ONS, 75% da demanda de Curitiba (PR) ou três vezes a de Florianópolis (SC). Nas regiões Sudeste e Centro-Oeste juntas, a diminuição projetada do consumo é 4,6% e corresponde a 2.050 MW, ou duas vezes a demanda de Belo Horizonte e duas vezes e meia a de Brasília.

Agência Brasil.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Horário de verão termina à meia-noite de hoje


Depois de quatro meses de vigência, o horário de verão acaba à meia-noite deste sábado. No horário, os moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país deverão atrasar os relógios em uma hora.

O horário de verão é adotado sempre nesta época do ano por causa do aumento na demanda por energia, que é resultado do calor e do crescimento da produção industrial às vésperas do Natal. Neste período, os dias têm maior duração por causa da posição da Terra em relação ao Sol, e a luminosidade natural pode ser mais bem aproveitada.

A mudança de horário ocorre sempre no terceiro domingo de outubro e termina no terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte.

Segundo relatório preliminar divulgado na sexta-feira (18) pelo ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), a medida rendeu ao sistema elétrico brasileiro uma economia de 2.376 MW no horário de pico, que vai das 18h às 21h.



A redução representa 4,4% da demanda máxima das três regiões onde o horário especial vigorou Sudeste, Sul e Centro-Oeste.

A economia dessas 18 semanas foi inferior à alcançada no horário de verão passado, quando houve 4,7% de redução nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, e de 4,8% no Sul, uma economia de pico de 2.587 MW.

No Sudeste e Centro-Oeste, a redução foi equivalente a duas vezes a carga no horário de pico de Brasília. No Sul, houve uma redução equivalente a 60% da carga no horário de ponta de Curitiba, exemplificou o ONS.

O resultado foi um pouco inferior às projeções do operador, que esperava uma economia de 2.530 MW no horário de pico.

A redução de energia foi de 0,5% nas três regiões. É o equivalente ao que a cidade de Curitiba consome por três dias.

O horário de verão é adotado com o objetivo principal de aliviar as redes de transmissão nos horários onde o consumo é mais intenso. Segundo o governo, aumenta a segurança do sistema e diminui custos.

Caso a energia economizada tivesse que ser gerada por usinas térmicas, haveria um gasto de R$ 30 milhões.


Folha