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sexta-feira, 26 de março de 2010
Onde está a multa para o José Serra?
Liminar suspende propaganda partidária do PSDB em São Paulo com Serra
RIO - Uma liminar suspendeu nesta sexta-feira a veiculação da propaganda partidária do PSDB em que o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), faz comentários a respeito da criação do seguro-desemprego e da expansão do Metrô. A representação foi proposta pelo PT e ainda será julgada pelo plenário do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo.
Para o corregedor eleitoral do estado, Alceu Penteado Navarro, o mesmo desembargador que no dia 15 de março suspendeu uma peça do PT em que o presidente Lula aparece elogiando a ministra Dilma Rousseff , a inserção do PSDB ultrapassa os limites traçados pelo art. 45 da Lei nº 9.096/95 à propaganda partidária gratuita".
"Seguro-desemprego. Ninguém imaginava que um dia a gente fosse tirar do papel e ajudar o trabalhador numa hora difícil.", diz Serra na propaganda. "Eu batalhei, nós conseguimos. O seguro desemprego é hoje um benefício para você, e também parecia impossível que a gente fosse fazer a maior estação (quando correto é expansão) de metrô do Brasil, pois nós estamos fazendo e gerando emprego para os trabalhadores. É isso, planejamento, experiência de vida e o Brasil no coração", completa.
De acordo com a lei, a propaganda partidária destina-se exclusivamente a:
"I- difundir os programas partidários;
II - transmitir mensagens aos filiados sobre a execução do programa partidário, dos eventos com este relacionados e das atividades congressuais do partido;
III - divulgar a posição do partido em relação a temas político-comunitários..."
Fonte
Multaram o Lula alegando que ele faz campanha antecipada e não multaram o Serra? Se fizerem justiça, terão que multá-lo também.
terça-feira, 23 de março de 2010
Serra gasta em publicidade mais que Lula no Brasil todo
Veja bem os números que a Folha não deu destaque; Em São Paulo, a expectativa de gastos do governador José Serra (PSDB)(excluindo estatais) cresceu 43,6%. Em 2008, foram R$ 158 milhões. Para este ano, previu-se R$ 227 milhões.Com um investimento de R$ 40 milhões em publicidades, a previsão de arrecadação é de R$ 4 bilhões."
Agora veja os números do Presidente
No governo federal, o orçamento da Secom (Secretaria de Comunicação Social) saiu de R$ 123,2 milhões para R$ 155 milhões este ano, o que representa um acréscimo de 25,81%. Veja bem, propaganda para o Brasil todo e, gasto menor de que os 43,6% do governador José Serra somente em São Paulo.
"O aumento do governo federal ocorreu porque em 2009 serão realizados os serviços de relações públicas voltados para promover a imagem do país no exterior, os serviços de pesquisas de opinião [sobre programas como PAC e Bolsa Família] e também os serviços de reformulação dos portais de internet, que juntos somam R$ 31 milhões", diz a assessoria de imprensa.
O orçamento da Secom inclui propaganda de ações governamentais. Não estão incluídos publicidade de estatais ou de "utilidade pública" dos ministérios, cujas verbas também cresceram em 2008 para dotação de R$ 542 milhões. No ano passado, o total gasto pelo governo chegou a mais de R$ 1 bilhão. (José Serra vai chegar a 4 bilhões em ano eleitoral)
Em Minas Gerais, a previsão orçamentária é de crescimento de 35,7%, ou R$ 40,7 milhões contra R$ 30 milhões em 2008. Mas, nos últimos dois anos, o gasto foi maior que o previsto inicialmente, cerca de R$ 80 milhões.
O governo federal investe em propagandas do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Essas ações têm, segundo o governo, o "objetivo de mostrar que o Brasil está preparado para enfrentar a crise externa".No ar até este mês, o custo das propagandas do PAC é estimado em R$ 30 milhões.Outros R$ 15 milhões foram para a campanha do programa Minha Casa, Minha Vida, que ainda está no papel, mas prevê a construção de 1 milhão de casas.
São Paulo José Serra aposta na publicidade do plano de expansão do metrô, das faculdades técnicas e do Rodoanel. O governo contratou em 2008 agências para comunicação do Metrô e CPTM (total de R$ 57 milhões).
Fonte
Quem mora no Estado de São Paulo vê os abusos que são as propagandas do governo mentiroso do Serra. Mostram um Estado que definitivamente não existe, onde não existem problemas na saúde, nas estradas, na educação etc.
Quem mora no Estado de São Paulo vê os abusos que são as propagandas do governo mentiroso do Serra. Mostram um Estado que definitivamente não existe, onde não existem problemas na saúde, nas estradas, na educação etc.
quinta-feira, 18 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
Blog do Emir: O que a oposição quer
A definição do candidato e do seu vice não é o maior dos problemas que enfrenta a oposição no Brasil. Este problema aumenta de dimensão porque a oposição não definiu que plataforma pretende propor. Este elemento de fraqueza responde, em parte, pela queda reiterada do apoio a Serra nas pesquisas e pela subida de Dilma.
A oposição frenética que a caracterizou na crise que logrou gerar no governo de 2005 terminou retornando como um bumerangue contra ela, porque acreditou que aquela era a via para derrotar o governo. A linha era “fazer sangrar o governo, até derrubá-lo”. A discussão então era se tentá-lo via impeachment ou pelas eleições presidenciais de 2006.
A realidade concreta recolocou o problema em outros termos: as políticas sociais do governo garantiram sua legitimidade e deslocaram a oposição que, desnorteada, se dividiu entre seguir adiante com a linha de denuncismo e outra que, assimilando o prestígio do governo, afirma que manterá as políticas econômica e social do governo – alegando que teriam sido formuladas pelo governo FHC. No primeiro caso, se deram conta que não significa ganhar apoio popular – salvo de alguns setores da classe média, que já estão aderidos à oposição, incluídos nos 5% que rejeitam o governo -, no segundo, que representa aceitar elementos essenciais do governo atual, tendo dificuldade para diferenciar-se da candidata que representa centralmente a continuidade do governo atual.
O que têm em comum os tucanos, o Dem, o PPS, as empresas privadas da mídia que fazem oposição cerrada ao governo, é o objetivo de tirar o PT do governo. FHC advertia a Aécio – tentando convencê-lo a jogar-se nessa difícil empreitada – de que correm o risco de ficar fora do governo por 16 anos, caso ganhe Dilma. Há a consciência de que será toda uma geração de políticos agora opositores que desapareciam da cena política – entre eles Serra, FHC, Tasso Jereissati.
O dilema não é fácil. A carta de assumir um projeto neoliberal duro e puro – como fez Alckmin no primeiro turno das eleições de 2006 – é ainda menos popular, com a crise econômica internacional, que ressaltou os riscos desse modelo e reiterou a necessidade de regulação dos mercados e de atuações anticíclicas por parte do Estado. Incorporar os programas do governo Lula é disputar com Dilma numa seara favorável a ela. Como já se disse, a infelicidade de Serra é que, quando o país queria mudar, pelo fracasso do governo FHC, apesar de tentar distanciar-se do governo a que pertenceu o tempo todo, ele representava a continuidade. Agora, que a opinião amplamente majoritária do país quer continuidade, ele teria que representar a mudança. Daí o jogo de palavras de tentar ser “pós-Lula” e não anti-Lula. Mas para que exista um pós, deveria estar esgotado o projeto encarnado pelo governo Lula que, ao que tudo indica, está longe dessa situação.
Tendo nas mãos esse problema, Serra vacila em assumir sua candidatura, a oposição não explicita seu programa, revelando o poder hegemônico conquistado pelo projeto do governo. A capacidade de veto da oposição se esgotou, sem ter conseguido construir um projeto alternativo.
Fonte
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