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domingo, 29 de abril de 2012
Botafogo esmaga Vasco e vai à final do Estadual
Vimos um Botafogo moderno, jogando de maneira vistosa e bonita. O time foi dinâmico, correndo bem pelos dois lados do campo, em uma grande partida de Márcio Azevedo. Loco Abreu jogou para a equipe, no ataque e voltando para ajudar na defesa. Os contra-ataques foram mortais. Imagine então se Renato e Jobson estivessem em campo. Bela partida de Maicossuel também.
Com humildade e jogando desta maneira, dá para o Glorioso vencer a Copa do Brasil e o Estadual.
domingo, 22 de abril de 2012
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Botafogo mostra futebol de campeão e derrota Fluminense, por 3x2
Um clássico, na acepção da palavra. Fluminense e Botafogo fizeram neste domingo uma partida para ficar durante muito tempo na memória dos torcedores. O Alvinegro venceu por 3 a 2 o Tricolor, no Engenhão, pela sexta rodada da Taça Guanabara, num jogo marcado por duas viradas de placar, bolas na trave, decisões polêmicas da arbitragem e até uma cavadinha frustrada.
Com o resultado, o Botafogo chegou à liderança do Grupo B, com 16 pontos e em boa condição para evitar o clássico contra o Flamengo na semifinal da Taça Guanabara, podendo enfrentar Nova Iguaçu ou Resende. Já o Tricolor, que soma 15 pontos, precisa vencer seu próximo compromisso e torcer por um tropeço do Alvinegro na última rodada para reconquistar a primeira colocação.
O Fluminense volta ao Engenhão na próxima quarta-feira para enfrentar o Argentinos Juniors, da Argentina, pela primeira rodada da Libertadores. Em seguida, enfrenta o Madureira no domingo, mesmo dia em que o Botafogo recebe o Macaé, pela rodada final da fase de classificação da Taça Guanabara.
A partida começou com as duas equipes investindo muito na marcação individual. No Botafogo, Loco Abreu e Herrera eram acompanhados de perto, enquanto os tricolores Conca, Fred e Rafael Moura eram perseguidos por seus adversários. Sem articulação dos dois lados, o jogo poderia ser decidido nas jogadas de bola parada. E apenas aos 23 minutos o primeiro lance de real perigo aconteceu.
Foi um jogador menos badalado o primeiro a brilhar na noite. Renato Cajá cobrou falta pelo lado esquerdo e acertou o ângulo direito de Diego Cavalieri, abrindo o placar para o Botafogo. Logo em seguida, o camisa 10 alvinegro acertou uma outra bomba, mas que explodiu no travessão do goleiro tricolor. A partir deste momento o jogo ganhou uma outra cara, com as duas equipes buscando mais o ataque, embora o nível técnico não fosse dos melhores.
Aos 30 minutos o Fluminense chegou ao empate levando vantagem sobre aquela que é uma das virtudes do Botafogo: a bola aérea. Após cobrança de escanteio, o estreante Rafael Moura apareceu no primeiro pau para escorar de cabeça e fazer 1 a 1. O Tricolor retomou as ações ofensivas e foi em busca da virada.
Mas na ânsia de chegar à frente no placar, o Fluminense deu espaços em sua defesa e viu sua situação complicar aos 41 minutos, quando Valencia recebeu o segundo cartão amarelo ao cometer falta em Herrera. O lance gerou uma confusão entre os dois artilheiros do Campeonato Carioca. Revoltado com a reclamação de Loco Abreu, que pressionou o árbitro Gutemberg de Paula Fonseca para que desse o cartão vermelho ao volante tricolor, Fred foi tirar satisfações com o uruguaio.
Apesar de o Botafogo ter a vantagem no número de jogadores, foi o Fluminense quem chegou à vantagem no placar, aos 44 minutos, em nova falha de marcação do Alvinegro dentro da área. Souza cobrou falta na área e Fred deu um leve desvio. Jefferson espalmou no reflexo, e Rafael Moura completou, marcando pela segunda vez no clássico. Tudo isso logo depois de Renato Cajá acertar outra bola no travessão de Diego Cavalieri.
Quando ainda buscava se reorganizar para alcançar o empate, o Botafogo viu seu capitão ser expulso de campo. Marcelo Mattos recebeu o vermelho aos 46, após falta em Conca. O primeiro tempo começou com todos os jogadores com os nervos à flor da pele, numa troca de reclamações.
Mas estava enganado quem achou que o estoque de emoção se esgotou no primeiro tempo. Logo no início da segunda etapa o Botafogo teve uma grande oportunidade de empatar a partida quando o árbitro marcou pênalti de Rafael Moura em Márcio Azevedo. Loco Abreu foi para a cobrança usando a tradicional cavadinha. Mas Diego Cavalieri ficou parado no meio do gol e fez a defesa como se fosse um recuo de bola.
Este lance representou um raro momento em clássicos, pois todo o Engenhão gritou o nome de Loco Abreu. Os tricolores, em forma de ironia, e os alvinegros, numa forma de apoiar o ídolo. Mas a angústia do camisa 13 durou pouco tempo, pois logo em seguida houve um novo pênalti a favor do Botafogo, desta vez de Edinho em Bruno. Herrera chegou a pegar a bola para fazer a cobrança, mas Abreu convenceu o companheiro de ataque e bateu. Ele novamente usou a categoria, mas desta vez deslocou o goleiro tricolor, fazendo 2 a 2 aos 11 minutos.
Para tentar recuperar a vantagem, o Fluminense foi para cima, mas cometeu um erro que acabou por ser fatal. Numa bola perdida em seu campo ofensivo, o Tricolor deu espaço para que o Botafogo puxasse um contra-ataque. Renato Cajá avançou pelo meio e fez um lançamento milimétrico para Herrera, que apareceu no meio da zaga adversária e chutou para virar o placar para o Alvinegro aos 18 minutos.
Com a vantagem em suas mãos, o Botafogo se fechou e passou a apostar nos contra-ataques. A eequipe de Joel Santana foi muito pressionada, mas teve nas grandes defesas do goleiro Jefferson a garantia da vitória. Um dos personagens do clássico, o árbitro Gutemberg de Paula Fonseca encerrou a partida antes dos 47 minutos prometidos.
Globoesporte
Sem dúvidas foi a melhor partida do Botafogo no campeonato, até agora. O time mostrou garra e não se desesperou quando esteve atrás no placar. Se no passado Lúcio Flávio era o maestro do meio de campo, parece que Renato Cajá agora assumiu este posto. Alessandro esteve impecável na lateral direita, correndo, driblando, dando chapéu e marcando bem, caindo até para o meio. Na outra ala, Márcio Azevedo mostrou velocidade e precisão nos cruzamentos, pela esquerda. A expulsão de Marcelo Mattos ao meu ver foi injusta e deve ter ocorrido para o juiz compensar o cartão vermelho do Fluminense.
Falemos agora de dois jogadores que vêm se destacando de maneira primorosa no campeonato: Primeiro Jéfferson mostrando porque é um dos melhores, senão o melhor goleiro do Brasil, com defesas primordiais em momentos-chave da partida. Já no ataque, O outro é Loco Abreu , que mostrou frieza e grande recuperação, ao bater o 2o pênalti e marcar, além de ajudar muito na defesa, tirando de cabeça várias bolas em escanteios do Fluminense. Herrera foi guerreiro como de costume, mostrando faro de atacante matador ao marcar o gol da virada.
Por fim, destaco a boa entrada de Arévalo Rios, que vem ganhando aos poucos a boa forma que demonstrou na Copa do Mundo do ano passado. Entrou e foi um monstro no meio de campo, marcando e não dando espaço para a equipe das Laranjeiras atacar. Agora o Botafogo deve confirmar a primeira colocação do grupo, derrotando o Macaé no Domingo que vem e pegará Resende ou Nova Iguaçu na semifinal.
Se o time mostrar a seriedade desta partida e o grande poder de reação que foi visto hoje no Engenhão, caso esteja em desvantagem no placar nos jogos decisivos, o torcedor alvinegro pode esperar o título.
Melhores momentos:
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Botafogo joga mal e fica no empate com o Bangu
Apesar das quatro vitórias no Estadual, o Botafogo não vinha atuando bem os últimos jogos, e a torcida andava meio desconfiada. Nesta quarta contra o Bangu, o Glorioso ficou no 1 a 1, isso porque seu goleiro, Jefferson, pegou um pênalti e fez defesas milagrosas. O Bota segue na liderança com 13 pontos, mas até o jogo do Fluminense contra o Duque de Caxias, na quinta-feira. No ano passado, o Alvinegro também empatou com os banguenses por 2 a 2, no Engenhão.
Se o Botafogo pensou que teria vida fácil contra o Bangu, de fato, não foi o que aconteceu. A equipe da Zona Oeste do Rio de Janeiro tomou conta do primeiro tempo e só não conseguiu o gol graças a Jefferson. O meia Thiago Oliveira começou fazendo grande jogada pela direita e Pipico chegou atrasado. O Bangu ainda chegaria com Leandro Costa e o lateral-direito China. No entanto, o goleiro Jefferson estava como de costume, inspirado.
Como quem não faz leva, o Botafogo conseguiu um pênalti, quando o zagueiro Diego Padilha tentou enganar a arbitragem cortando cruzamento com a mão. Loco Abreu cobrou perfeitamente e abriu o marcador. Com o gol, o Alvinegro melhorou e passou a ter maior volume de jogo. Loco Abreu comandava o ataque de seu time e Marcio Azevedo estreava com personalidade e muito empenho. Por sua maior qualidade e pela incompetência do Bangu, o Glorioso manteve a vantagem na primeira parte do jogo.
Jefferson pega pênalti mas não segura reação do Bangu
No segundo tempo, o Botafogo até deu indícios de que melhoraria. O técnico Joel Santana colocou Caio no lugar de Renato Cajá, que não esteve bem. Todavia, foi o Bangu que mais uma vez chegou. Aos 18 minutos, Fahel fez pênalti desnecessário em Pipico. A sorte dele, é que Jefferson mostrou porque é goleiro da Seleção Brasileira. O atacante banguense Pipico bateu à meia altura e o arqueiro do Bota defendeu.
A noite parecia ser alvinegra, embora com o mau futebol apresentado, Jefferson fazia a diferença. A equipe de General Severiano chegou a assustar, sobretudo com a dulpa de ataque Herrera e El Loco. Contudo, o Bangu não desistiu. Aos 32 minutos, após rebote de Jefferson, que fez um milagre em chute de Pipico, o zagueiro Abílio empurrou para o funfdo das redes.
Joel Santana ainda promoveria a estreia de Everton em lugar do vaiado e limitado Fahel, mas de nada adiantaria. Desorganizado, o Botafogo tentava armar as jogadas através de Caio, que estava pouco inspirado. No final, graças a Jefferson, o Fogão ainda ficou no lucro com o empate.
FICHA TÉCNICA:
BANGU 1 X 1 BOTAFOGO
Estádio: Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ)
Data/hora: 2/2/2011 - 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Auxiliares: Rodrigo Pereira Joia (RJ) e Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (RJ)
Cartões Amarelos: Diego Padilha, Abílio (BAN); Renato Cajá, Fahel (BOT)
Cartões Vermelhos:
Renda/Público: 4.335 pagantes/ R$ 91.730,00
Gols: Loco Abreu (26'/1°T) (BOT); Abílio (32'/2°T) (BAN)
BANGU: Thiago Leal, China (Gedeil), Diego Padilha, Abílio e Fabiano Silva, Joziel, André Barreto, Thiago Galhardo (Allan Possato) e Ricardinho; Pipico e Leandro Costa (Charles Chad). Técnico: Gabriel Vieira.
BOTAFOGO: Jefferson, João Filipe, Antônio Carlos e Fahel (Everton); Alessandro, Somália, Arévalo Ríos, Renato Cajá (Caio) e Marcio Azevedo; Herrera (Alex) e Loco Abreu. Técnico: Joel Santana.
Lancenet
Algumas impressões sobre a partida:
-Fahel não pode ser titular do Botafogo. Chegou a jogar bem durante algumas partidas de 2010, mas a fase atual é de grande deficiência técnica. Parece que sua ruindade hoje contaminou o resto do time;
-Marcelo Mattos faz muita falta à equipe. Ele não só marca bem, como dá mais consistência ao meio de campo e auxilia até na armação das jogadas. Será essencial contra o Fluminense;
-Renato Cajá aos poucos está ganhando confiança como armador e se melhorar mais um pouco, poderá "segurar as pontas" até Maicossuel voltar;
-Jefferson é um monstro no gol. Seguro, frio e preciso, lembra muito Dida, em sua melhor fase. Tem tudo para estar na seleção na Copa de 2014;
-Alessandro ao que parece só jogará bem este ano se ficar no banco e entrar durante as partidas;
-Caio inexplicavelmente jogou muito mal hoje, atrapalhando o time, errando todos os lances e fazendo muitas faltas;
-Loco Abreu ficou muito isolado. Encontrou um gol de pênalti, deu bons passes de cabeça e poucas bolas chegaram boas em seus pés;
-Arévalo Rios teve uma boa, porém discreta estréia. Já Márcio Azevedo mostrou que é arisco, driblador, dono de grande velocidade e de boa marcação. Fará uma excelente temporada;
-Por fim, uma pergunta: Por que o time não joga sempre envolvendo o adversário, exatamente como faz após as paradas técnicas e o intervalo?
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Joel Santana calado é um poeta
Joel Santana deseja sorte a Ronaldinho na estreia do jogador pelo Flamengo
O futebol carioca vai parar para reverenciar Ronaldinho Gaúcho nesta quarta-feira. Quando entrar em campo com a camisa do Flamengo às 22h, horário (de Brasília) da partida contra o Nova Iguaçu, no Engenhão, pela quinta rodada do Grupo A da Taça Guanabara, ele será o foco. E até mesmo quem hoje se encontra na posição de rival, caso do técnico do Botafogo Joel Santana, já aguarda pela estreia do craque.
- O Ronaldinho é ótimo, faz parte da nossa festa. Ele vai ver no dia a dia porque esta é a Cidade Maravilhosa. Vai ser bom para todo mundo. Espero que faça uma boa estreia – disse o treinador.
Fonte
Joel Santana, como técnico do Botafogo, deveria se preocupar mais em armar seu time para não tomar sufoco de times pequenos e não ser tão retranqueiro, em vez de dar declarações desejando boa sorte a um jogador do maior rival do Alvinegro. Deveria também, na condição de técnico do Botafogo, respeitar a torcida e saber que esta despreza completamente Ronaldinho Gaúcho e qualquer atuação deste. Seria mais racional se Joel desejasse boa sorte à estreia de Arévalo Rios, que jogará amanhã contra o Bangu. Natalino deu alguma declaração desejando boa estréia à Arevalo ou ao excelente lateral Márcio Azevedo? Não. Preferiu utilizar o espaço que a mídia dá às suas declarações inúteis para felicitar o jogador do maior rival do Botafogo, aquele que gastará dinheiro que não tem para contratar Ronaldinho e ainda lhe deve milhões na justiça.
Se é para reverenciar, se preocupar e bajular tanto Ronaldinho, arme logo o Botafogo com uma marcação fraca, para ele brilhar quando jogar contra este.
Se está tão preocupado com a atuação de Rolandinho Gaúcho no Flamengo, peça logo demissão do Botafogo e vá ser auxiliar de Luxemburgo
O futebol carioca vai parar para reverenciar Ronaldinho Gaúcho nesta quarta-feira. Quando entrar em campo com a camisa do Flamengo às 22h, horário (de Brasília) da partida contra o Nova Iguaçu, no Engenhão, pela quinta rodada do Grupo A da Taça Guanabara, ele será o foco. E até mesmo quem hoje se encontra na posição de rival, caso do técnico do Botafogo Joel Santana, já aguarda pela estreia do craque.
- O Ronaldinho é ótimo, faz parte da nossa festa. Ele vai ver no dia a dia porque esta é a Cidade Maravilhosa. Vai ser bom para todo mundo. Espero que faça uma boa estreia – disse o treinador.
Fonte
Joel Santana, como técnico do Botafogo, deveria se preocupar mais em armar seu time para não tomar sufoco de times pequenos e não ser tão retranqueiro, em vez de dar declarações desejando boa sorte a um jogador do maior rival do Alvinegro. Deveria também, na condição de técnico do Botafogo, respeitar a torcida e saber que esta despreza completamente Ronaldinho Gaúcho e qualquer atuação deste. Seria mais racional se Joel desejasse boa sorte à estreia de Arévalo Rios, que jogará amanhã contra o Bangu. Natalino deu alguma declaração desejando boa estréia à Arevalo ou ao excelente lateral Márcio Azevedo? Não. Preferiu utilizar o espaço que a mídia dá às suas declarações inúteis para felicitar o jogador do maior rival do Botafogo, aquele que gastará dinheiro que não tem para contratar Ronaldinho e ainda lhe deve milhões na justiça.
Se é para reverenciar, se preocupar e bajular tanto Ronaldinho, arme logo o Botafogo com uma marcação fraca, para ele brilhar quando jogar contra este.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Talismã Caio volta a brilhar em vitória do Botafogo de virada sobre o Duque
Foi no Campeonato Carioca que Caio apareceu para o mundo do futebol. E foi novamente nele que o talismã alvinegro voltou a brilhar, depois de um Campeonato Brasileiro apagado. Com um gol do atacante - que participou do lance do pênalti convertido por Loco Abreu -, o Alvinegro venceu por 2 a 1 o Duque de Caxias, de virada, nesta quinta-feira, em partida pela primeira rodada da Taça Guanabara. Na base da disposição e com pouca inspiração, o atual campeão estadual conquistou seus primeiros três pontos na luta pelo bi.
As duas equipes voltam a campo neste domingo, ambos pelo Grupo B da Taça Guanabara. O Botafogo enfrenta o Cabofriense, em partida que deve acontecer na cidade de Macaé. Já o Duque de Caxias recebe o Macaé.
O Botafogo começou a partida empenhado em ir ao ataque, principalmente pelas laterais do campo. Lucas era o mais acionado e criava jogadas de perigo. No entanto, a equipe não conseguia chegar à frente com a consistência necessária para marcar seu gol. Foram poucas as vezes em que o Alvinegro incomodou o goleiro Erivelton.
Aos poucos, o cansaço de início de temporada se juntou ao forte calor no Engenhão. Aparentemente desanimada pela incompetência no ataque, a equipe de Joel Santana foi perdendo terreno para o Duque de Caxias, que começou a encontrar espaços e exigir boas intervenções de Jefferson.
O primeiro tempo mal passou da metade, e a torcida do Botafogo chegou a limite da paciência. Eram muitas as vaias a cada passe errado e jogada mal articulada. Sem organização, o Alvinegro tentava chegar ao ataque, mas deixava espaços. E foi se aproveitando deles que o Duque de Caxias abriu o placar.
Depois de reclamar de um puxão em Loco Abreu dentro da área no início da partida, o Botafogo se viu ameaçado depois de Lucas derrubar Geovane Maranhão na área, numa jogada de velocidade. Somália cobrou com frieza aos 42 minutos, e Jefferson mal pulou: 1 a 0 para o Duque de Caxias.
O Botafogo foi para o vestiário sob vaias e retornou com duas alterações. Com o objetivo de deixar seu time mais ofensivo, Joel Santana promoveu a entrada do meia Bruno e do atacante Alex nos lugares de Guilherme e João Filipe, respectivamente. A equipe iniciou a etapa retomando o domínio da partida e chegando com mais frequência ao ataque. No entanto, seguia mostrando incompetência nas conclusões.
Conforme o tempo passava e as chances eram despediçadas, o Botafogo se atrapalhava em seu nervosismo. Além disso, a torcida do Fluminense que chegava para acompanhar a partida contra o Bangu, logo em seguida, aproveitava para vibrar com o Duque de Caxias. Mas a insistência alvinegra finalmente deu resultado.
Após cobrança de escanteio, Erivelton deu rebote, e Caio chutou para o gol. A bola parou na mão de Lucão, e o árbitro marcou pênalti. Loco Abreu cobrou aos 33 e empatou a partida para o Botafogo. A virada não demorou muito a acontecer. Caio recebeu bola rasteira de Renato Cajá e chutou forte, marcando o segundo para o Alvinegro.
Fonte:Globoesporte
Comentários:
Início de temporada é assim mesmo. O adversário de hoje vinha treinando à mais tempo que o Botafogo, então teremos que aguardar algumas rodadas até o time engrenar. Ainda teremos a participação do grande volante uruguaio Arévalo e o excelente lateral-esquerdo Márcio Azevedo, que darão muita qualidade à equipe. Valeu pela garra e a reação. Provavelmente para Domingo o time estará mais arrumado.
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