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sábado, 14 de abril de 2012

Dinossauros superinteligentes podem existir em outros planetas



O telescópio Kepler da NASA examina os céus para encontrar “mundos habitáveis” – mas um químico americano sugeriu que o projeto como um todo, é uma péssima ideia.

Ronald Breslow sugere que as formas de vida baseadas em aminoácidos e açúcares pode não ser a mesma, dando origem a dinossauros ferozes que evoluíram para possuir inteligência humana e tecnologia avançada.

“Seria melhor para nós que não os conhecêssemos”, disse Breslow, afirmando que foi um golpe de sorte o grande asteroide ter caído no planeta, deixando o campo livre para que mamíferos prosperassem, bem como nós, os humanos.

Em outros mundos, os dinossauros poderiam ter evoluído em enormes animais inteligentes com grande potencial de ataque, verdadeiros “guerreiros” armados com equipamentos tecnológicos – mas sem perder sua enorme fome de carne fresca.

“Mostrar como isso poderia ter acontecido não é tão simples. Uma implicação deste trabalho é que em outras partes do Universo possa haver formas de vidas baseadas em apenas D-aminoácidos e L-açúcares”, comenta o pesquisador.

E ele continua: “Essas formas de vida poderiam muito bem ser versões avançadas de dinossauros. Nós os mamíferos tivemos sorte pela queda do asteroide”.

Nos relatórios observados, Ronald Breslow que possui Ph.D., discute o mistério secular da razão pela qual os blocos de construção terrestres serem os aminoácidos (que formam as proteínas), açúcares e o DNA e RNA (materiais genéticos que existem principalmente em uma orientação ou forma definida).

Para existir a vida, proteínas, por exemplo, precisam conter apenas uma forma quiral de aminoácidos, para esquerda ou para direita.

Com exceção de algumas bactérias, os aminoácidos em toda a vida na Terra têm orientação para a esquerda. A maioria dos açúcares tem uma orientação para a direita. Como essa homoquiralidade predominante pode ocorrer?

Breslow descreve evidências que apoiam a ideia de que os ácidos aminados incomuns transportados para a Terra através de meteoritos há 4 bilhões de anos, estabeleceu o padrão da forma dos aminoácidos com a geometria levógira, o tipo de proteína terrestial, bem como os padrões dextrógiro dos açúcares no DNA.

Segundo o pesquisador, os aminoácidos poderiam ter formado uma conformação espacial diferente, dando origem a outros animais inimagináveis, com propriedades incríveis e jamais pensadas em outros locais nos confins do Universo.



Jornal Ciência

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Nasa indica que a vida na Terra pode ter origem no espaço


A vida na Terra pode ter sua origem no espaço, de acordo com pesquisas da Nasa divulgadas pelo britânico Daily Mail. Os cientistas analisaram 12 meteoritos que se formaram há bilhões de anos. Os fragmentos de carbono que foram encontrados podem conter elementos químicos similares a um dos componentes-chave do DNA humano.

Segundo o Daily Mail, os testes mostram que a presença dessas substâncias químicas não são explicadas pela contaminação terrestre, sugerindo que as origens do DNA podem estar no espaço.

Em nota na revista Proceedings of National Academy of Sciences, os pesquisadores disseram que sua descoberta tem "implicações de longo alcance". Principal autor do estudo, Dr. Michael Callahan, do Goddard Space Flight Centre da Nasa, em Maryland, afirmou: "os meteoritos e os cometas que caíram na Terra primitiva contêm alguns ingredientes muito importantes."

quarta-feira, 22 de junho de 2011

O mito do alienígena mal intencionado

Por que Stephen Hawking está errado sobre o perigo da inteligência de extraterrestres?


Com o Arranjo de Telescópios Allen mantido pelo Instituto de Busca por Inteligência Extraterrestre (Seti, na sigla em inglês), no norte da Califórnia, chegará a hora em que encontraremos uma inteligência artificial (Eti). O contato provavelmente chegará mais cedo que se espera por causa da lei de Moore ─ proposta pelo cofundador da Intel, Gordon E. Moore, que propõe a duplicação da capacidade dos computadores a cada um ou dois anos. Acontece que essa curva de crescimento exponencial se aplica à maioria das tecnologias, incluindo a busca por Etis: de acordo como o astrônomo e fundador do Seti, Frank Drake, nossas pesquisas hoje são 100 trilhões de vezes mais poderosas que há 50 anos, sem previsão para o fim dessas melhorias. Se houver um ET lá fora, faremos contato. O que acontecerá quando o fizermos? Como será a resposta deles?

Questões como essas, mesmo no âmbito da ficção científica, estão sendo seriamente consideradas pelo mais antigo e um dos mais prestigiados periódicos científicos do mundo ─ Philosophical Transactions of the Royal Society A ─ que dedica 17 artigos da edição de fevereiro à “Detecção de Vida Extraterrestre e suas Consequências para a Ciência e Sociedade”. Por exemplo, várias respostas apregoam o mito de que a sociedade colapsará pelo medo ou se despedaçará pelo balburdia provocada ─ ou que os cientistas e políticos se unirão numa conspiração para ocultar a verdade. Dois desses exemplos foram testemunhados: um em dezembro de 2010, quando a Nasa anunciou, numa palestra aberta à imprensa, uma possível nova forma de vida baseada no arsênico, e outro em 1966, quando cientistas publicaram que uma rocha marciana continha evidências fósseis de vida primitiva no Planeta Vermelho e o presidente Bill Clinton se pronunciou a respeito. Agências espaciais que disputam acirradamente os recursos disponíveis como a Nasa e organizações privadas que dependem do levantamento de fundos como o Instituto Seti divulgarão em alto e bom som qualquer sinal extraterrestre que encontrarem, de micro-organismos a marcianos. Mas podemos voltar aos alienígenas?

De acordo com Stephen Hawking, devemos nos calar. “Só precisamos olhar para nós mesmos para ver como a vida inteligente pode se desenvolver e resultar em alguma coisa que não gostaríamos de encontrar”, ele explicou na série de documentários do Discovery Chanel em 2010. “Eu os imaginava viajando em naves robustas, depois de terem esgotado todos os recursos naturais de seus planetas de origem. Alienígenas tão avançados talvez pudessem ter se tornado nômades, tentando conquistar e colonizar qualquer planeta que encontrassem”. Considerando a história de confrontos entre civilizações terrestres nas quais os mais avançados escravizavam ou destruíam os menos desenvolvidos, Hawking conclui: “Se alienígenas nos visitarem um dia, eu acredito que o resultado seria muito parecido com o que aconteceu quando Cristovão Colombo pisou em terras da América, o que não foi muito agradável para os nativos americanos”.

Sou cético. Embora só possamos fazer uma tentativa em n elementos e apesar de nossa espécie ter um registro não invejável dos primeiros contatos entre civilizações, a tendência dos dados para a metade do milênio passado é encorajadora: o colonialismo está morto, a escravidão está morrendo, a porcentagem de pessoas que perece em guerras diminuiu, o crime e a violência estão em queda, liberdades civis são sendo preservadas e como testemunhamos no Egito e em outros países árabes, o desejo de ter democracias representativas está se espalhando, juntamente com a educação, ciência e tecnologia. Essas tendências tornaram nossa civilização mais inclusiva e menos exploradora. Se extrapolarmos essa tendência dos últimos 500 anos para os próximos cinco mil ou 500 mil anos, teremos uma noção de qual seria a aparência de um Eti.

Na verdade, qualquer civilização capaz de empreender longas viagens espaciais terá avançado muito além do colonialismo explorador e de fontes de energia não sustentáveis. Escravizar nativos e apoderar-se de seus recursos pode ser lucrativo a curto prazo para as civilizações terrestres, mas essa estratégia poderá não persistir nas dezenas de milhares de anos necessários para as viagens espaciais interestelares.

Nesse contexto podemos entender que as civilizações extraterrestres nos pressionam a considerar a natureza e o progresso da civilização terrestre e nos dão a esperança de que quando fizermos contato, pelo menos uma inteligência terá conseguido atingir um nível no qual a incorporação de novas tecnologias substituiu o controle das pessoas e a exploração do espaço superou a conquista de terras. Ad astra!


quinta-feira, 24 de março de 2011

Vida na Terra e em Marte podem ter origens comuns, diz MIT

Um grupo de cientistas americanos vem desenvolvendo um instrumento para analisar a possível existência de organismos vivos com genes comuns em Marte e na Terra, informou na quarta-feira o Massachusetts Institute of Technology (MIT).
A pesquisa, denominada "Busca de Genomas Extraterrestres" (SETG), é levada a cabo dentro do Departamento de Ciências Terrestres, Planetárias e Atmosféricas do MIT.
As premissas das quais o estudo parte são que o clima na Terra e em Marte eram muito similares na origem do sistema solar, que várias rochas marcianas viajaram à Terra fruto do choque de asteroides e que evidências indicam que alguns micróbios podem sobreviver os milhões de anos de distância entre os dois planetas.
Além disso, segundo o MIT, a dinâmica orbital indica que é 100 vezes mais fácil viajar de Marte à Terra do que o contrário.
O resto da teoria, se for comprovada, levantaria a possibilidade de os seres humanos serem descendentes de organismos marcianos.
O aparelho desenvolvido pela equipe do MIT, capitaneado pelos pesquisadores Christopher Carr e Clarisa Lui, será desenvolvido para recolher amostras do solo marciano e isolar micróbios existentes ou restos de micróbios, para depois separar o material genético e analisar as sequências genéticas.
Posteriormente, estas seqüências seriam comparadas para buscar sinais de padrões quase universais entre todas as formas de vida conhecidas.
Embora reconheça que é uma pesquisa "a longo prazo", Carr indicou que, já que "poderíamos estar relacionados com a vida em Marte, pelo menos deveríamos ir e ver se existe vida relacionada com a nossa".
A equipe do MIT afirmou que pode levar cerca de dois anos para desenvolver o protótipo do SETG, mas que, uma vez desenvolvido, seria factível integrá-lo como uma broca em um veículo espacial de uma futura missão que viaje à superfície de Marte para recolher estas mostras.
Desde que os dois módulos Viking da Nasa aterrissaram em Marte em 1976, nunca mais foram enviados instrumentos à superfície marciana para buscar evidências de vida.
Já o astrobiólogo Christopher McKay, do Centro de Pesquisa da Nasa-Ames, na Califórnia, afirmou que "é plausível que a vida em Marte esteja relacionada com a vida na Terra e, portanto, compartilhemos genética".
Esse estudo, se comprovado, seria a morte das religiões!