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domingo, 20 de março de 2011

Guerrilha urbana domina Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles

Esqueça os filmes de alienígenas onde eles são os protagonistas. Não lembre também das histórias onde a parafernalha científica extraterrestre domina o filme. Dessa vez, o combate urbano com muita tensão domina o filme. Em "Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles", os efeitos especiais são relativamente modestos e o suspense envolvendo o batalhão dos Marines norte-americanos comandados pelo sargento-ajudante Michael Nantz (Aaron Eckhart) protagonizam a história.
Pouco é dito sobre os alienígenas, que chegam em meteoros, vindo em trajes biomecânicos e trazendo robôs voadores controlados por controle remoto. É explicado que eles vieram até até a Terra para roubar nossos recursos naturais, mais especificamente a água. Surpreendentemente, sua artilharia é parecida com a nossa e não conta com os costumeiros raio-lasers espetaculares. A missão do sargento Nantz é salvar uma família de civis, encontrada dentro de uma delegacia de polícia abandonada e encontrar o centro de comando que controla as naves controladas remotamente pelos extraterrestres, chamados de "drones".
Algumas soluções encontradas para combater o inimigo são geniais, como quando Nantz acopla um rádio a uma bomba de gasolina, para atrair um "drone" (que rastreia sinais de rádio) e explodí-lo.

Alguns personagens são bastante clichês, como o jovem tenente prestes a se tornar mais, o sargento recém-aposentado que é forçado a fazer uma última missão, o civil que em um ato heróico pega uma arma e atira contra os alienígenas, dentre outros.
Muitas tomadas de câmera são enjoativas, como o clima de "documentário" quando o batalhão entra em uma casa e a câmera não para de tremer, bem parecido com o filme "Distrito 9". Aliás, o clima de "ação ao vivo" lembra bastante esta outra película.
O roteirista Christopher Bertolini poderia ter caprichado um pouco mais tanto nos efeitos especiais como na trama em si. Quem está acostumado a ver filmes de invasão alienígena sempre vê muitos caças, mais soldados e forças terrestres. Porém, nesta história constantemente o esquadrão dos Marines protagonsita parece estar muito abandonado à própria sorte, somente recebendo reforço na parte final da história. O filme também poderia contar com mais explicações sobre os invasores (deixando as portas abertas para uma continuação) e uma dose menor de previsibilidade, mas diverte tanto pela tensão constante como pelas cenas de batalha.



Trailer: