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domingo, 13 de outubro de 2013
Sindicatos aprovam acordo e greve dos bancários termina em SP
Os bancários de São Paulo aprovaram nesta sexta-feira (11), em assembleias do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, o acordo que põe fim à greve da categoria, que completou 23 dias. Com isso, as agências reabrem normalmente a partir de segunda-feira (14), segundo o sindicato. O acordo foi aprovado pelos funcionários do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e dos bancos privados.
No Rio de Janeiro, a proposta também foi aceita e a greve encerrada.
Na madrugada desta sexta, o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) chegaram a um acordo para pôr encerrar a paralisação. O acordo, no entanto, precisa passar por aprovação das assembleias locais.
Os principais pontos do acordo, segundo a Contraf-CUT, são 8% de reajuste (1,82% de aumento real); 8,5% (2,29%) de reajuste para o piso da categoria, e compensação pelos dias parados pela greve de até uma hora por dia (entre segunda e sexta-feira) até o dia 15 de dezembro.
G1
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Canal do Otário: Maxi Conta Itaú - Tarifas Bancárias - Serviços Essenciais
O Itaú tem sim o serviço "iconta", que é a conta corrente sem tarifas. Exija do gerente.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Caixa interrompe serviços de saque e débito no próximo domingo
Nessa quinta-feira, a Caixa anunciou que os correntistas já podem consultar extratos previdenciários pelo serviço Internet Banking Caixa. O cliente poderá visualizar todos os recolhimentos ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), desde 1994. De acordo com a instituição, o serviço é gratuito e está disponível para 5,6 milhões de clientes cadastrados no Internet Banking, que podem consultar o extrato, todos os dias da semana, com acessos ilimitados e sem a necessidade de senha do Cartão Cidadão.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Bancos: esperamos por rigor nas punições

Os consumidores são bombardeados por todos os lados. Sofrem lesões à integridade física (acidentes de consumo), sofrem violações à honra e autoestima (danos morais) e em maior grau são garfados em suas suadas economias.
Os bancos conseguem desrespeitar o consumidor nos três aspectos citados. Basta lembrar a violência física a que estamos expostos nos constantes assaltos a agências ou caixas eletrônicos, mais a violência recente nas chamadas saidinhas de banco. Mas as instituições do dinheiro também nos levam à beira do infarto com o mau atendimento, além do constrangimento que geram com protestos e negativações indevidas do nome do consumidor.
Mas com certeza são as lesões ao bolso as mais numerosas e comuns no setor. Daí não surpreender o dado do Procon sobre a ocupação pelos bancos do topo da lista de fornecedores mais reclamados (ou “demandados”).
A pergunta é: os citados prestadores de serviço vão cair ou vieram para ficar na dianteira da lista, lucrando muito, e indiferentes às nossas mazelas?
Mais: os bancos vão perder o primeiro lugar da lista por vontade própria ou o combativo e eficiente Procon paulista vai nos defender e impor a mudança de posição dos referidos prestadores de serviço na lista dos mais reclamados? É triste saber que quem mais lucra também mais nos faz de trouxas.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Maior motivo para consumidor trocar de banco é o custo-benefício
Estudo divulgado ontem (11) pela Accenture, mostra que os brasileiros optam pelo serviço bancário mais barato e ao mesmo tempo querem o melhor padrão de produtos. Este é o motivo mais relevante analisado na troca de bancos.
Apenas em 2009, a pesquisa revela que 14% dos entrevistados mudaram de banco. Já no ano seguinte, esse número elevou para 22%. Para lidar com isso, instituições financeiras tentam driblar a situação ampliando ofertas e os serviços.
Custo-benefício faz com que brasileiros deixem seus bancos e abram conta em outros, em busca de mais praticidade, conveniência e segurança dos serviços oferecidos.
Desta forma, mais de um terço dos clientes brasileiros afirmam que estão satisfeitos com a instituição bancária escolhida atualmente. Este número chega a 36% dos consumidores.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Bancos lucram R$ 38 bilhões até setembro com tarifas e serviços bancários
Os lucros dos três maiores bancos do país com prestação de serviços e tarifas bancárias somaram quase R$ 38 bilhões, de janeiro a setembro deste ano, segundo dados divulgados nos balanços contábeis do Banco do Brasil, Itaú-Unibanco e Bradesco, referentes ao terceiro trimestre. Em relação a igual período do ano passado, quando o lucro com essas receitas chegou a R$ 34,1 bilhões, o crescimento foi 11,4%.
No caso do Banco do Brasil (BB), as receitas com prestação de serviços (cartão de crédito e débito, conta-corrente, administração de fundos e outros) e tarifas bancárias (pacote de serviços, operações de crédito, transferência de recursos e outros) chegaram a R$ 13,215 bilhões no período de janeiro a setembro deste ano, um crescimento de 11,4% em relação ao ano passado. Somente as receitas com cartão de crédito e débito do BB chegaram a R$ 2,337 bilhões e com pacotes de serviços, a R$ 1,979 bilhão.
O Itaú-Unibanco apresentou receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias de R$ 13,960 bilhões, de janeiro a setembro de 2011, alta de 10,7% em relação ao mesmo período do ano passado.
O balanço do Bradesco, divulgado recentemente, mostrou que as receitas com a prestação de serviços e tarifas chegaram a R$ 10,816 bilhões no acumulado até setembro deste ano, crescimento de 12,3%.
Para a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), “não há grande alteração de padrão de comportamento” das receitas de prestação de serviços e tarifas. Essas receitas têm crescido ao ritmo de cerca de 14% ao ano, segundo levantamento da federação com os cinco maiores bancos e os de capital aberto, representantes de 82% dos ativos do Sistema Financeiro Nacional.
A explicação da Febraban é que esse ritmo de crescimento está relacionado ao aumento da inflação (6,97% em 12 meses encerrados em outubro) e à expansão dos negócios dos bancos. Segundo a entidade, o número de contas-correntes desses bancos cresceu em média 8% ao ano, nos últimos nove anos, e o de cartões de crédito, 17%.
Agência Brasil
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Bancos lançam cartões pré-pagos para quem não tem conta corrente
Os cartões pré-pagos passaram a ser oferecidos no Brasil recentemente pelas maiores administradoras do país.
Esses cartões são classificados como "multiuso" ou de "uso genérico". Na prática, eles funcionam como cartões de débito comuns, podendo ser usados para a realização de compras e de saques nos caixas eletrônicos. Alguns permitem também a realização de compras pela internet.
Para ter acesso a esses produtos, o consumidor precisa, geralmente, pagar uma tarifa pela emissão do cartão e pela primeira carga.
O uso para pagamento de compras não é tarifado, mas as recargas costumam ser cobradas, assim como os saques.
Uol.
Comentário do Aurelio:
De uma forma ou de outra, vão cobrar taxas injustas. Se o objetivo é atingir um público de baixa-renda, cobrar taxas nas recargas e nos saques é mais absurdo ainda. O usuário do cartão já pode ser alguém com pouco dinheiro e ainda vai ver sua conta debitada constantemente à cada saque?
De uma forma ou de outra, vão cobrar taxas injustas. Se o objetivo é atingir um público de baixa-renda, cobrar taxas nas recargas e nos saques é mais absurdo ainda. O usuário do cartão já pode ser alguém com pouco dinheiro e ainda vai ver sua conta debitada constantemente à cada saque?
Comentário do Celso:
Pagar para poder sacar seu próprio dinheiro? Só no Brasil, que ainda quer sediar uma Copa...
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Paulistanos estão proibidos de usar celulares em bancos a partir de hoje
SÃO PAULO - A partir desta segunda-feira (29), está proibido o uso de celulares em agências e postos bancários na cidade de São Paulo.
A medida, que visa diminuir o número de ocorrências da chamada “saidinha de banco” --crime no qual a vítima é escolhida dentro do banco e abordada fora da instituição após ter feito saque-- foi sancionada pelo prefeito Gilberto Kassab e publicada na edição do último dia 27 do Diário Oficial.
Multa
De acordo com a prefeitura, fica proibido fazer e receber ligações, bem como mensagens de voz e texto.
A multa para a instituição que não respeitar a medida será de R$ 2.500. Entretanto, haverá um prazo, ainda a ser definido, para adaptação das agências bancárias.
A nova lei prevê ainda que os bancos fixem cartazes sobre a restrição, em lugares visíveis, para informar os clientes.
Fonte
Comentário do Aurelio:
Você se atrasa na fila do banco, quer avisar à alguém que vai demorar por causa da mesma, tenta mandar um sms avisando e não pode, pois afinal de contas você pode ser um bandido assassino, querendo avisar seus comparsas lá fora (isso aconteceu comigo outro dia).
O estado ou a prefeitura sempre quer a solução mais simples. Colocar mais policiais na rua? Obrigar os bancos à investirem em segurança? Não! Proíbe o celular, para dizer que está sendo feito algo e pronto.
Comentário do Celso:
Essa medida equivale a proibir a venda de camas para diminuir a quantidade de adultérios.
segunda-feira, 28 de março de 2011
55% dos brasileiros recebem salário em espécie, segundo BC
Apesar do aumento no número de pessoas com acesso a serviços bancários, a maioria dos brasileiros ainda recebe seu salário em "dinheiro vivo", segundo levantamento do Banco Central.
A pesquisa "O Brasileiro e sua Relação com o Dinheiro" de 2010 mostra que 55% das pessoas são pagas dessa maneira por seus empregadores, mesmo percentual verificado em 2007.
Esse aumento se deu apesar do avanço na bancarização da população nesse período. O percentual de pessoas com conta corrente passou de 39% para 51% em três anos.
Houve queda, no entanto, no uso de dinheiro em espécie no pagamento de despesas, de 82% para 72% das transações realizadas no país.
Cartões de crédito e débito avançaram de 8% para 13% e 14%, respectivamente.
DESPESAS
O BC calculou uma despesa média de R$ 807,93 entre compras e pagamentos de contas, ante uma média de R$ 577 em 2007. Para saldar os gastos diários, a instituição verificou que a maior parte da população carrega no máximo R$ 20 diariamente: 24% dos entrevistas carregavam menos de R$ 10 e 27% carregavam no máximo esse valor.
Somente 12% dos entrevistados admitiu carregar mais de R$ 50 em valores no dia a dia.
Para compor essa pesquisa, o BC realizou 1.044 entrevistas entre janeiro e fevereiro. As entrevistas foram distribuídas de modo a abranger todas as 26 capitais brasileiras e o Distrito Federal.
E pagar as taxas extorsivas cobradas pelos agiotas bancos? Ser assaltado na saída dos bancos?
quarta-feira, 2 de março de 2011
Cade aprova caixas conjuntos de BB, Santander e Bradesco
Um banco estatal, mantido com nossos impostos, se alia a um nacional e outro espanhol para economizar custos. As taxas absurdamente cobradas dos clientes serão reduzidas? Aposto que não, o que vai acontecer é a redução da quantidade de caixas eletrônicos.
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, nesta segunda-feira, o compartilhamento de caixas eletrônicos entre Banco do Brasil (BB), Bradesco e Santander. As empresas começaram a usar terminais conjuntos em novembro do ano passado.
Os aparelhos que podem receber as transações das três instituições bancárias estão destacados com adesivo contendo a logomarca das empresas.
Caixas estão principalmente em São Paulo
São 700 caixas envolvidos no teste e eles estão principalmente concentrados em São Paulo. Dos aparelhos cedidos pelo Banco do Brasil, uma metade está na capital paulista e a outra no interior e região metropolitana do Estado. Dos do Bradesco, 70% está em São Paulo e 30% em Manaus, Salvador, Recife, Rio de Janeiro e Fortaleza. Dos caixas cedidos pelo Santander, 30% está em SP, 18% no Rio de Janeiro, 14% em Minas Gerais, 10% na Bahia e o restante dividido pelo País.
Taxas
Segundo a assessoria de imprensa do Santander, não haverá taxas se um cliente de um dos bancos envolvidos usar um caixa eletrônico de outro para realizar operações que normalmente não são cobradas. As que têm algum custo seguirão a tabela do banco ao qual o usuário é cliente.
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