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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Rússia vai oferecer ao Brasil coprodução do caça T-50





© paralay.com



Durante as negociações no Brasil, a delegação russa vai oferecer uma coprodução de modelos promissores de aviões de quinta geração.


A delegação russa, chefiada pelo ministro da Defesa, Serguei Shoigu, realizará entre 14 e 17 de outubro visitas ao Peru e Brasil. Nas conversações está prevista discussão das questões de cooperação militar e técnico-militar.

"Nas negociações no Brasil, estamos prontos para oferecer não só a compra de aeronaves modernas acabadas como o Su-35, mas também a produção conjunta de modelos promissores de aviões como o T-50," disse um dos integrantes da delegação.

Voz da Rússia


É uma excelente opção para o projeto FX, de renovação da frota da FAB. A Rússia possui uma grande experiência na elaboração de caças.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Avião da TAM perde contato com radar e é escoltado por caça da FAB



Um Airbus A320 da TAM teve que ser escoltado por um caça da FAB (Força Aérea Brasileira) na última quinta-feira (25) após perder contato com o controle aéreo em grande parte do voo entre Aracaju e São Paulo.

O voo 3665 decolou da capital sergipana às 13h35 com destino a Guarulhos e ficou sem comunicação por mais de uma hora. De acordo com o plano de voo informado à Aeronáutica, a aeronave deveria sobrevoar por Salvador (BA), Porto Seguro (BA), Belo Horizonte (MG) e Poços de Caldas (MG).

Como o plano de voo não foi seguido, a FAB decidiu acionar o Comdabra (Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro), que enviou um caça F-5M da base aérea de Santa Cruz, na zona oeste do Rio, para acompanhar o Airbus A320, que pousou em Guarulhos no horário previsto, às 17h.

A FAB classificou o caso como "anormal". O procedimento é conhecido como "socorro em voo".

Em nota, a TAM confirmou a falta de comunicação e disse que "em nenhum momento houve risco à segurança". A empresa afirmou ainda "que a aeronave esteve todo o tempo identificada nas telas dos radares de vigilância do sistema aéreo, voando em uma rota prevista".



A TAM não informou quantos passageiros estavam a bordo.

Na sexta-feira (26), um voo da TAM, que iria para Londres, teve que retornar para Guarulhos após apresentar problema logo após decolar.


Folha de SP

domingo, 11 de dezembro de 2011

Aeroporto voador de propulsão nuclear pode revolucionar aviação



Um novo objeto voador pode surgir no ar dentro de algumas décadas e não é exatamente um avião. Ele seria uma espécie de aeroporto juntamente com nave. O gigantesco Airborne Metro pode receber diversas aeronaves ao mesmo tempo e fazer conexão entre naves, além de cumprir uma parte do trajeto.

O conceito é totalmente inovador no campo da aviação. Você pegaria um avião em um aeroporto comum e faria um trecho da viagem até pousar no Airborne Metro. Outro pedaço da viagem seria feito dentro do aeroporto voador gigante. E mais uma vez, você embarcaria em outro avião (ou até no mesmo) para finalizar sua viagem até o aeroporto de destino.

O gigante aeroporto voador de propulsão nuclear seria capaz de transportar cerca de 3 mil passageiros de uma só vez. Só para comparar, o A380 (o maior avião comercial do mundo) pode levar pouco mais de 800 pessoas por viagem, e os aviões comuns recebem entre 100 a 200 passageiros.

O Airborne Metro poderia transportar vários aviões de uma só vez na parte superior da nave, onde os passageiros ficariam acomodados dentro das próprias aeronaves que chegaram. Outra possibilidade seria transportar os passageiros por meio de uma conexão (igual à de aeroportos) para dentro da engenhoca aérea gigantesca.
Viagem nuclear

O ideal seria a utilização de um reator nuclear como fonte de energia para os aviões que chegariam até o Airborne Metro, devido aos diversos pousos e decolagens necessários. Segundo Joe Zawodny, especialista em energia da NASA em entrevista a revista Aviation Week & Space Technology, evidências experimentais indicam que a baixa reação da energia nuclear poderia ser uma fonte de energia extremamente limpa.

Além disso, a autonomia de voo seria bastante longa, além de o modelo permitir a redução de dependência do petróleo. Mas quando se trata de energia nuclear, o maior perigo (e temor) é quanto à segurança. A radiação poderia ser expelida através do gás de escape.

Caso funcione, o método de transporte pode ser mais rápido e eficiente para os passageiros, além de contribuir para uma economia de combustível de 40% para uma viagem de 1000 quilômetros (aproximadamente a distância entre São Paulo e Porto Alegre) e de até 80% para uma viagem de 10 mil quilômetros (mais ou menos o trecho entre São Paulo e Berlim, na Alemanha).

Fonte